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terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Bolsonaro diz que há brecha para corrigir salário mínimo pela inflação.

10:12 0
Bolsonaro diz que há brecha para corrigir salário mínimo pela inflação.

Presidente Bolsonaro diz que há brecha para corrigir salário mínimo pela inflação


Presidente falou na saída do Alvorada que vai conversar sobre o tema com o ministro da Economia, Paulo Guedes, na tarde desta terça. Ministério afirmou que, se o presidente autorizar, valor vai a R$1.045.

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (14) que o governo vê uma brecha para reajustar o salário mínimo pelo menos no mesmo índice da inflação de 2019.


Inicialmente, o governo fixou o salário mínimo para 2020 no valor de R$ 1.039, o que representou um reajuste de 4,1%. O aumento ficou abaixo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que registrou alta de 4,48% em 2019.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que vai se reunir na tarde desta 3ª feira (14.jan.2020) com o ministro Paulo Guedes (Economia) para discutir sobre a defasagem do salário mínimo e tentar corrigi-lo de acordo com a inflação. O piso foi fixado em R$ 1.039,00 –num aumento de 4,1%. No entanto, o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), índice usado como base para o reajuste, fechou o ano em 4,48%.

O presidente afirmou que vai ter uma conversa na parte da tarde com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para discutir o tema.

"Vou me reunir com o Paulo Guedes agora à tarde. Eu acho que tem brecha para a gente atender. É porque a inflação de dezembro foi atípica, por causa do preço da carne. Então vai ser duas da tarde, tenho um despacho com o Paulo Guedes para decidir esse assunto", disse Bolsonaro a jornalistas na saída da residência oficial do Palácio da Alvorada.

Questionado sobre quando seriam apresentadas as reformas tributária e administrativa, presidente Bolsonaro disse que vai 

“falar com ele Guedes de novo”. Acrescentou que sua “ideia” é “fazer da melhor forma possível para que possa ser aprovada –e sem muito atrito”.

Roberson / Segue Brasil News

Bolsonaro diz que governo quer dar transparência às despesas públicas.

09:45 0
Bolsonaro diz que governo quer dar transparência às despesas públicas.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na noite de hoje (13), em publicação no Twitter, que tem determinado aos ministros que “fortaleçam a transparência em defesa do interesse público e combate à corrupção”. O presidente destacou que o governo publicou, em dados abertos, a remuneração dos servidores aposentados e os pagamentos aos pensionistas do Poder Executivo.

Segundo presidente Bolsonaro, o Portal da Transparência também passou a divulgar os gastos com o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que tem 4,8 milhões de beneficiários e somaram R$ 41,5 bilhões de janeiro a setembro de 2019.

O presidente também destacou o lançamento, em 2019, de dois painéis eletrônicos com informações relacionadas ao pagamento de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e do programa Bolsa Família.

“Ressalto que o nosso governo tem o compromisso de apurar e sanar quaisquer irregularidades detectadas ou denunciadas e, acima de tudo, dar transparência às despesas públicas com o intuito de engajar nossa sociedade na fiscalização contínua dos recursos públicos”, escreveu presidente Bolsonaro no Twitter.

Fonte: Agência Brasil/Segue Brasil News

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Bolsonaro defende mais engarrafadoras de gás para reduzir preço.

18:38 0
Bolsonaro defende mais engarrafadoras de gás para reduzir preço.

Bolsonaro defende mais engarrafadoras de gás para reduzir preço.

O presidente Jair Bolsonaro determinou hoje (10) que sejam feitos estudos, com urgência, para analisar a possibilidade de ampliação do número de empresas especializadas em encher botijões de gás, as chamadas engarrafadoras. Segundo ele, com poucas dessas empresas no país, o custo de transporte faz aumentar o preço do produto.
"Como alternativa determinei estudar (urgente) a possibilidade criar locais especializados para se encher botijões de gás. No Brasil existem poucas engarrafadoras. O botijão 'anda' centenas de quilômetros para ser enchido e, depois, mais uma centena até o consumidor", 
escreveu o presidente em um publicação na sua conta oficial no Twitter. "Com dezenas de centrais nos estados e mais empresas, essa verdadeira viagem do botijão deixaria de existir, teríamos mais competição e o preço cairia", acrescentou Bolsonaro.

O último reajuste do gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha, foi feito em dezembro pela Petrobras, e, com isso, o produto ficou, em média, 5% mais caro para as distribuidoras. O valor final do gás para o consumidor depende do repasse feito pelas distribuidoras, mas, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do botijão de 13 quilos era de R$ 69,11 em novembro do ano passado.



O presidente Bolsonaro está desde ontem (9) em uma unidade militar no Guarujá, litoral de São Paulo, onde permanecerá até a próxima terça-feira (14), para completar seu período de descanso. Na semana passada, antes do réveillon, ele antecipou o retorno a Brasília após ficar quatro dias na Bahia, onde pretendia passar o feriado de ano-novo descansando na base naval de Aratu, no subúrbio de Salvador.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Sergio Moro, é a personalidade pública em que os brasileiros mais confiam.

02:37 0
Sergio Moro, é a personalidade pública em que os brasileiros mais confiam.
Sérgio Moro / foto divulgação / Revista Veja

 Mais uma pesquisa da conhecida empresa tendenciosa Datafolha publicada neste domingo pelo Jornal "Folha de S. Paulo" mostra que o ministro da Justiça, Sergio Moro, é a personalidade pública em que os brasileiros mais confiam entre 12 figuras políticas avaliadas, entre elas o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e os ex-detento Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Os entrevistados disseram, em uma escala de 0 a 10, o nível de confiança que tinham em cada um dos 12 integrantes da lista. As notas até 5 são consideradas baixo índice de confiança, de 6 a 8, médio, e 9 e 10, alto. O Datafolha levou em conta as notas atribuídas pelos entrevistados que dizem conhecer a personalidade em questão.

Segundo o Datafolha, um terço (33%) dos entrevistados disse ter alta confiança em Moro, 23%, média confiança, e 42%, baixa confiança. O ex-presidente Lula vem em seguida, com 30% de confiança alta, 16% média e 53% baixa.

Na sequência, estão empatados na margem de erro Bolsonaro, com 22% de alta confiança, 22% média e 55% baixa, e Luciano Huck, com 21% de alta, 22% média e 55% baixa confiança.

Outros resultados de alta confiança:

  • Hamilton Mourão (PRTB): 12%
  • Ciro Gomes (PDT): 11%
  • Fernando Henrique Cardoso (PSDB): 10%
  • Marina Silva (Rede): 9%
  • João Doria (PSDB): 7%
  • Rodrigo Maia (DEM-RJ): 7%
  • Manuela D'Ávila (PCdoB): 7%
  • Davi Alcolumbre (DEM-AP): 3%
O Datafolha ouviu 2.948 pessoas em 5 e 6 de dezembro em 176 municípios de todas as regiões do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%.

domingo, 5 de janeiro de 2020

21:30 0
O ministro da Justiça e da Segurança Pública Sérgio Moro acumulou uma série de derrotas em votações de projetos de seu interesse na Câmara dos Deputados no decorrer do seu primeiro ano na Esplanada dos Ministérios. Embora continue sendo bem avaliado pela população em pesquisas de opinião, o antigo juiz da Lava Jato tem enfrentado dificuldade quando depende da classe política. A rejeição a alguns dos seus projetos em votações nominais chegou a 80%, segundo levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo.
Ministro Sérgio Moro.

O ministro sofreu reveses em votações sobre a manutenção do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) em sua pasta; no pedido de tramitação em regime de urgência para o projeto sobre abuso de autoridade; num destaque sobre os efeitos da condenação por abuso de autoridade; e num destaque sobre o juiz de garantias.
Os resultados passaram a ser mais duros para o ministro após junho, com a divulgação de transcrições duvidosas e não comprovadas de supostas mensagens trocadas com procuradores da Lava Jato, que colocaram em dúvida a sua atuação como juiz na operação. Algumas das maiores bancadas - como as do PL, Republicanos, PDT e MDB, que teve políticos investigados por Moro na Lava Jato - passaram de divididas a quase totalmente contrárias às pautas do ministro.
Além, disso, Moro perdeu, em duas ocasiões, o apoio integral do Cidadania e do Podemos - sigla que tenta encampar o discurso a favor da Lava Jato. Apenas o Novo foi integralmente a favor de Moro. Já o PC do B e PSOL são as únicas legendas que sempre votaram integralmente contra.
A primeira derrota nominal aconteceu na Câmara, em maio, e se repetiu na semana seguinte no Senado. Ao avaliar onde funcionaria a estrutura do Coaf, os deputados rejeitaram um destaque do Podemos para que o órgão ficasse dentro do ministério da Justiça, como desejava seu titular. Na votação, 228 deputados de um total de 438 votantes, discordaram do ministro e permitiram que a estrutura migrasse para o Ministério da Economia.
Na votação que deu caráter de urgência à proposta sobre abuso de autoridade, o revés para o ex-juiz foi de 342 a 83 - 80% dos deputados que votaram. Um destaque do PSL para excluir efeitos da condenação por abuso perdeu por 325 a 133, uma taxa de 70%. O texto-base foi aprovado em votação simbólica, ou seja, quando o voto individual não é registrado.
Enquanto perde apoio de políticos, Moro segue com 53% de aprovação da população, segundo pesquisa Datafolha divulgada no início de dezembro.
Autoria
A falta de valorização de projetos sobre os quais o Congresso já havia trabalhado é apontada por políticos como um dos motivos do mau desempenho na Câmara. Ministro da Justiça entre 2011 e 2016, José Eduardo Cardoso, conseguiu aprovar ao menos dois projetos voltados à área de segurança pública no primeiro ano no cargo. Um dos projetos alterou o Código de Processo Penal - tratando de prisões, medidas cautelares e liberdade - e o outro permitia a remição de parte da pena por estudo e trabalho. Ambas as propostas já estavam em tramitação havia anos no Congresso.
"Uma estratégia que utilizamos sempre que possível era valorizar o Congresso, porque isso facilita o diálogo", disse Cardozo ao Estado. "Não foi essa a estratégia que o Ministério da Justiça utilizou agora."
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), chegou a explicitar descontentamento com o fato de Moro ter apresentado novos projetos - em vez de encampar um já em tramitação. Em março, disse que o pacote anticrime era um "copia e cola" de plano que havia sido preparado em 2018 pelo hoje ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes - ele havia ocupado a cadeira de Moro entre 2016 e 2017.
O resultado da duplicação de projetos atingiu a proposta de criminalização do caixa 2 em eleições, ainda em tramitação. O projeto foi apensado no texto do deputado Mendes Thame (PV-SP), que foi juntado a outro, de Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), anexado a um terceiro, de Alexandre Silveira (PSD-MG), que, finalmente, foi inserido em um texto de Aécio Neves (PSDB-MG), alvo da Lava Jato.
Além disso, Moro também foi criticado por estimular aliados a colocarem três textos do pacote anticrime para tramitar no Senado em março, gerando desgaste com Maia, que havia sido criado um grupo de trabalho para avaliar a proposta.
Relevância
Procurado pelo jornal O Estado de S. Paulo, o Ministério da Justiça afirmou que a aprovação do principal texto do pacote anticrime, "ainda que com modificações, foi um passo relevante" no combate à corrupção, ao crime organizado e à criminalidade violenta. A pasta cita três pontos aprovados que foram sugeridos por Moro: a execução imediata da condenação do Tribunal do Júri, a vedação de progressão de regime para preso que é membro de facção criminosa e a vedação da saída temporária em caso de crime hediondo com morte. A nota menciona ainda a conversão em lei da MP que tratou da gestão de bens apreendidos como produtos de crimes relacionados ao tráfico de drogas. O ministério disse, ainda, que medidas de caráter executivo reduziram a criminalidade. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: O Estado de S. Paulo

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Bolsonaro cita Macron e Greta por omissão em queimadas na Austrália

12:33 0
 Bolsonaro cita Macron e Greta por omissão em queimadas na Austrália


O presidente Bolsonaro cita Macron e Greta por omissão em queimadas na Austrália.

Em sua primeira live do ano, o presidente Bolsonaro voltou a citar o presidente francês Emmanuel Macron e a jovem ativista Greta Thunberg.
"Agora tá pegando fogo é na Austrália, eu queria saber se o Macron falou alguma coisa até agora? Falou em colocar em dúvida a soberania da Austrália?"questionou.
O presidente também voltou a criticar a sueca Greta Thunberg, que foi chamada por ele de “menina pequenininha”  durante a transmissão ao vivo e ofereceu ajuda financeira por meio dos ministérios da Defesa e das Relações Exteriores.
"O pouco que temos estamos colocando para ajudar. Quando foi aqui, até pelo nosso tamanho, qualquer ajuda não é o suficiente, mas nos conforta, então o Brasil acabou de fazer o mesmo" destacou

Ao longo da transmissão, o presidente Bolsonaro também falou sobre o salário mínimo. Ele disse reconhecer que é difícil viver com o valor, mas que é preciso recuperar a economia para poder aumentar. O presidente ainda disse que pretende manter o turismo como prioridade do governo.




Em vídeo, Frota se veste de palhaço e xinga Carlos, Eduardo e Bolsonaro.

10:04 0
Em vídeo, Frota se veste de palhaço e xinga Carlos, Eduardo e Bolsonaro.


O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) postou um vídeo em suas redes sociais na tarde de (14/11/2019) em que provoca com palavrões e xingamentos Carlos, Eduardo e o presidente Bolsonaro, ainda chamou o governo federal de “governo da suruba”.




Frota, que surfou na onda Bolsonaro, após não ter ganhado cargo do Presidente, se revoltou, e agora tem como objetivo de seu mandato (segundo ele) promover o impeachment do governo Bolsonaro. 

No material divulgado, Frota, como um clone de palhaço, ataca Carlos Bolsonaro e diz que ele saiu das redes sociais por medo da CPMI das Fake News. 

Ele falou também do suposto  caso da suruba gay envolvendo o deputado Luiz Philippe de Órleans e Bragança, herdeiro da família imperial.


Vídeo de Frota no Twitter

Frota chegou a xingar de " filhos de uma Puta" a família Bolsonaro, atitude essa que causou grande revolta e indignação nós apoiadores do Presidente no Twitter.

Os defensores do Presidente diziam que lhe caberia a perca de mandato por quebra de decoro, mediante os ataques de Frota; Porém, a delimitação legal do conceito de decoro parlamentar é incompleta, gerando dúvidas na sua aplicação.

Se os eleitores tivessem conhecimento dos fatos, talvez não votassem no candidato com tal passado. Com isto, fica a idéia de se votar consciente.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

O trem Bolsonaro! Joice, Doria e Witzel; Despencam em popularidade após embates com Bolsonaros

22:38 0
O trem Bolsonaro! Joice, Doria e Witzel; Despencam em popularidade após embates com Bolsonaros
Foto montagem / Segue Brasil News.

Joice, Doria e Witzel despencam em popularidade digital após embates com Bolsonaro.


Entrar em choque com o Presidente Jair Bolsonaro parece ser fatal, ao menos nas redes sociais. A deputada Joice Hasselmann (PSL) e os governadores João Doria (PSDB-SP) e Wilson Witzel (PSC-RJ) são grandes exemplos disso, aponta índice de popularidade digital, feito pela consultoria Quaest.

A empresa analisa o desempenho digital de figuras públicas no Facebook, Instagram e Twitter. Enquanto eram aliados a Bolsonaro, Joice, Doria e Witzel chegaram a ser líderes no índice em seus grupos (deputados federais e governadores, respectivamente). Após o rompimento com o Presidente, ambos despencaram no levantamento.
“A rede montada organicamente pela família Bolsonaro, entre 2014 e 2018, faz com que eles tenham alta capacidade de mobilização e engajamento. Rompimentos políticos com eles têm sido traduzidos, nas redes, em retração da influência digital”, afirma Felipe Nunes, diretor da Quaest.

“Geralmente perde quem bate de frente com eles, pois eles deixam de ter o apoio digital da rede montada pelo clã Bolsonarista e que tem grande capilaridade nacional”, completou.

Além disso, Joice, Doria e Witzel passaram a ser criticados abertamente na rede por pessoas próximas ao presidente, como seu filho Eduardo entre outros.

Ferrenha apoiadora de Bolsonaro na campanha eleitoral e líder do governo na Câmara, Joice dividia a liderança de popularidade digital entre deputados federais paulistas com o então aliado Eduardo Bolsonaro.

Próximo ao meio do ano, porém, ela se aproximou do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que tem buscado se distanciar do presidente (ainda que o tucano tenha sido eleito surfando na onda Bolsonaro e pregando o voto “Bolsodoria”).

Em setembro, Presidente Bolsonaro criticou a sua então líder do governo na Câmara, em entrevista à Folha. “Joice está com um pé em cada canoa”, disse Presidente Bolsonaro.

Naquele mês, Joice teve queda de 13% no índice de popularidade feito pela consultoria —ela vinha crescendo desde junho. Os embates entre Joice, Bolsonaro e lideres do PSL seguiram, e o índice da deputada não parou de cair, chegando em novembro ao patamar mais baixo do ano.

Doria também perdeu popularidade digital após começar a se distanciar do presidente. O tucano chegou a ser o governador com a maior popularidade, em 1º de junho, mas teve queda de quase 40% no índice dois meses depois (foi de 61 para 39 pontos, em escala que vai a 100).

A queda coincide com o momento que o tucano passou a atacar (criticas) ao governo, aonde ficou mais claro o seu distanciamento em relação ao Presidente Bolsonaro. Em junho, Doria defendeu publicamente ser contra alinhamento automático com Presidente Bolsonaro.

Movimento semelhante aconteceu com o governador fluminense, Wilson Witzel. Em, agosto e setembro, ele foi o gestor estadual com melhor popularidade nas redes sociais, segundo o índice.

Witzel também se elegeu "surfando na onda Bolsonaro" jurando apoio ao o então candidato Bolsonaro e manteve alinhamento até meados deste ano. Em setembro, porém, passou a se colocar enfaticamente como possível candidato a presidente em 2022.

Após esse movimento, Witzel passou também a ser criticado por Bolsonaro e seu entorno. O presidente tem dito que Witzel trama contra sua família e o governo, Witzel, então, desabou no índice de popularidade digital, ficando em novembro apenas como o 9º lugar entre os governadores com maior popularidade.

A liderança parece ter relação com a polarização em âmbito nacional. O primeiro colocado entre os governadores é Ronaldo Caiado (DEM-GO), um grande defensor do Presidente Bolsonaro.

A incongruência da política: Dizem que Bolsonaro é autoritário mas faz governo democrático

20:08 0
A incongruência da política: Dizem que Bolsonaro é autoritário mas faz governo democrático

O cientista polonês Adam Przeworski critica a ideia de que a democracia está morrendo e não aposta em colapso abrupto no Brasil.

Bolsonaro e Trump representantes da direita nas Américas / Foto divulgação / internet

PT é um partido socialdemocrata, com ranços autoritários não hegemônicos. Em quatro governos, o petismo tentou adotar pautas com o objetivo de concentrar poder e reduzir a força tanto do Ministério Público quanto da Imprensa. Entretanto, ante a resistência da sociedade civil e da sociedade política, os governos de Lula da Silva e Dilma Rousseff recuaram e não romperam com a democracia. Não houve nenhuma ruptura institucional. A direita radical equivoca-se quando afirma que o Partido dos Trabalhadores é comunista. Não é, nunca foi. Aproxima-se de um partido socialista — portanto, de esquerda —, mas não de matiz stalinista. E, sim, de caráter democrático.

Com o governo de Jair Bolsonaro, fala-se, mais uma vez, numa escalada autoritária. O discurso do presidente é autoritário, e de fato tentou aprovar medidas para reduzir a capacidade de sobreviver dos jornais, mas recuou. Quer dizer, ante a pressão da sociedade — e com as instituições funcionando —, Bolsonaro recua. Portanto, é possível falar num líder autoritário mas que faz um governo democrático.

Parte da imprensa não aprova Bolsonaro — e não surpreende que o jornalismo que cobre economia é mais favorável ao governo, porque o ministro da Economia, Paulo Guedes (um liberal híbrido; sim, porque liberal verdadeiro não aceitaria falar, em hipótese alguma, em AI-5. Ressalve-se que, no Chile, liberais ortodoxos apoiaram a ditadura cruenta de Augusto Pinochet) — e, por isso, está entrevistando pesquisadores de outros países, supostamente por serem independentes, que, mesmo com escassa informação do que realmente está ocorrendo no país, dão opiniões peremptórias e, às vezes, sem nuances. O que, claro, não faziam quando o PT estava no poder e, quando aqui e ali, tentava adotar medidas autoritárias e, inclusive, retiraram dinheiro do Erário brasileiro para “doar” à ditadura cubana e ao governo supostamente corrupto de Angola (fala-se da gestão de José Eduardo dos Santos).

Paulo Guedes e Bolsonaro / Foto divulgação 

Intelectuais do exterior costumam basear-se não exatamente na realidade local, em informações concentradas e cristalizadas — estribadas em dados —, e sim em informações que seus pares locais, com os quais têm conexões ideológicas, lhes repassam. Como o Brasil “precisa” de um “bandeirante” — talvez um “profeta” — e uma “bíblia” do exterior, dado o caráter provinciano de parte da imprensa (que ama dizer: “Deu na ‘The Economist’ ou deu no ‘New York Times’”). Fica-se com a impressão de que querem “puxar” 
Bolsonaro para a direita da direita da direita (um misto de reacionarismo político e fundamentalismo religioso) e, até inconscientemente, há uma torcida para que se torne mais autoritário do que é. Querem um golpe?

Num mundo conturbado — até perturbado —, com radicalismos que praticamente impedem a ponderação, o diálogo entre contrários, é crucial que direita e esquerda tenham viabilidade eleitoral — o que reduz a possibilidade de golpismo. Em 2018, por exemplo, a disputa eleitoral para presidente da República se deu entre a direita, com Jair Bolsonaro, e a esquerda, com Fernando Haddad (PT). Com espaço para chegar ao poder, as correntes radicalizadas da sociedade tendem a fazer opção pela democracia.

Na próxima eleição, em 2022 — daqui a dois anos e nove meses —, direita e esquerda certamente continuarão com alta viabilidade eleitoral. É possível que o centro apresente um candidato competitivo, mas será muito difícil expor uma ideia moderada e ser ouvido no meio de um confronto extremista e barulhento entre esquerdistas e direitistas. Se Bolsonaro for muito bem, com um reordenamento da economia — crescimento, mais empregos, aumento da renda dos indivíduos —, a tendência é que continue ocupando o espaço do centro na disputa contra a esquerda. A esquerda, se quiser derrotar Bolsonaro — que pode ter o ministro Sergio Moro como vice —, precisa atrair amplos setores do centro, como fez em 2002. Mas não será fácil. Um PT com Lula na linha de frente, com a imagem de presidiário — corrupto —afastará a classe média. Ou seja, se parte significativa de seu eleitorado está assentado na classe média, dificilmente o centro vai compor com o petismo. Pelo contrário, parte deve caminhar com Bolsonaro. A outra parte tende a bancar de um a dois candidatos — tipo João Doria, governador de São Paulo, e Luciano Huck, apresentador da TV Globo —, o que dividirá seus votos e pode repetir o cenário de 2018.

Professor Adam / Cecilia Bastos /Jornal da USP

Adam Przeworski 1940- ) é um professor de Ciência Política nascido na cidade de VarsóviaPolônia. Atualmente está vinculado ao Wilf Family Department of Politics da Universidade de Nova Iorque.










Ronaldo Caiado é o governador mais popular na internet, segundo levantamento

16:38 0
Ronaldo Caiado é o governador mais popular na internet, segundo levantamento




Ronaldo Caiado é o governador mais popular na internet, segundo levantamento


Segundo é Rui Costa, do PT. Dados mostram que polarização entre o Presidente Bolsonaro e o ex-detento Lula continua forte


Caiado  | Foto: Hegon Correa
De acordo com levantamento que analisa o desempenho de figuras públicas no Facebook, Instagram e Twitter, realizado pela Consultoria Quaest, Ronaldo Caiado (DEM) é o governador mais popular nas redes sociais. O estudo leva em consideração a fama (número de seguidores), engajamento (comentários nas postagens), mobilização (compartilhamentos), valência (reações positivas e negativas) e presença (em quantas redes sociais a figura tem atividades).

De acordo com o comparativo, a popularidade tem relação com o apoio dos governadores ao presidente da República, Jair Bolsonaro. Uma comprovação disso é que João Dória, gestor do Estado de São Paulo. Ele aparecia em 1º lugar em junho, com 61 pontos e caiu drásticos 40 pontos em dois meses, quando alcançou 39 pontos. O período coincide com o afastamento de Dória e Bolsonaro.

O mesmo ocorreu com Wilson Witzel, do Rio de Janeiro. Em agosto ele foi o mais popular dentre os governadores no mês de agosto e chegou a ser cotado para a presidência nas eleições de 2022. Após passar a ser alvo de críticas de Bolsonaro, Witzel parou em 9ª posição em novembro.

Rui Costa (PT), da Bahia, é o segundo mais popular, de acordo com o levantamento, embora seja aliado do ex-detento Lula. Isso demonstra que existe muita polaridade no campo político, comprovando a força que os dois líderes, o Presidente  Bolsonaro e o ex-detento Lula ainda exercem na opnião pública.
Um modelo estatístico, então, pondera e calcula a importância de cada dimensão.
O presidente Bolsonaro e o ex-detento Lula tiveram um movimento semelhante de sobe/desce na popularidade individual nos últimos meses —ainda que o atual presidente esteja sempre consideravelmente à frente do petista.
Os dois registraram crescimento na popularidade digital em junho e em setembro. E ambos caíram em julho e em novembro, variações descoladas da de outros personagens públicos como Luciano.


terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Bolsonaro assina decreto e mínimo será de R$ 1.039 em 2020

22:50 0
Bolsonaro assina decreto e mínimo será de R$ 1.039 em 2020
Foto divulgação / Internet

Bolsonaro assina decreto e mínimo será de R$ 1.039 em 2020

O valor será de R$ 1.039, oito reais acima do valor aprovado pelo Congresso no orçamento, que era R$ 1.031

O presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) assinou nesta terça-feira (31) o decreto de reajuste do salário mínimo. 

O valor será de R$ 1.039, oito reais acima do valor aprovado pelo Congresso no orçamento, que era R$ 1.031. A previsão do INPC ficou acima do embutido na proposta orçamentária, resultando em um reajuste um pouco maior do que o aprovado pelo Legislativo. 

Adecisão foi tomada após reunião com o ministro da Secretaria-Geral, Jorge Oliveira, no Palácio da Alvorada. O salário entrará em vigor em 1º de janeiro. 

A Secretaria de Comunicação da Presidência divulgou uma nota sobre a edição da medida. 

"O Senhor Presidente da República editou Medida Provisória que fixa o salário-mínimo no país, a partir do dia 1º.1.2020, no valor de R$ 1.039,00. O valor ora proposto parte da aplicação da variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC, no período de janeiro a dezembro de 2019, divulgado pelo BACEN em 30.12.2019. A medida atende, assim, ao mandamento constitucional do art. 7º, IV, que estabelece como direito dos trabalhadores urbanos e rurais salário mínimo fixado em lei", diz um trecho do texto.

O novo valor para o próximo ano terá um reajuste de 4,1% em relação ao mínimo de 2019, de R$ 998. O INPC efetivo de 2020 será divulgado pelo IBGE de 2020 no dia 10 de janeiro.






sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Projeto que obrigava SUS a garantir sangue e remédio a pacientes é vetado

12:20 0
Projeto que obrigava SUS a garantir sangue e remédio a pacientes é vetado
Foto montagem da internet

O presidente Jair Bolsonaro vetou integralmente um projeto de lei aprovado pelo Congresso que determinava que o SUS fornecesse sangue, hemoderivados e medicamentos para pacientes, diz o Estadão.


“A proposta original do autor do projeto, o ex-governador Marconi Perillo (PSDB-GO), era garantir o tratamento de pacientes portadores de coagulopatias congênitas (hemofilias), mas o texto sofreu alterações durante a tramitação no Senado, e a redação aprovada acabou estendendo a garantia para todos os pacientes do SUS”, segundo o jornal.


Segundo a assessoria de imprensa da Presidência da República, o presidente Bolsonaro decidiu barrar o projeto após analisar manifestações de “ordem técnica e jurídica”. O texto traria alterações em lei que regulamenta a coleta, processamento e distribuição do sangue e derivados.

De acordo com o governo, o projeto criava uma obrigação ao Executivo e gerava despesa obrigatória ao poder público, sem definir uma fonte de custeio específica para arcar com a implantação da medida, nem informar o impacto financeiro dela, o que viola a Constituição.

Segundo o jornal, o veto será publicado na edição do Diário Oficial da União desta sexta-feira, 27. O Congresso ainda pode derrubar a decisão de Bolsonaro.



terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Quem diria, Thiago Lacerda, que comparou Bolsonaro a Hitler, é detido por posse e uso de DROGAS

01:18 0
Quem diria, Thiago Lacerda, que comparou Bolsonaro a Hitler, é detido por posse e uso de DROGAS

O ator Thiago Lacerda que acostuma usar suas redes sociais  para declarar suas posições ideológicas. O artista publicou uma foto em seu Instagram, e comparou o presidente Jair Bolsonaro ao ditador Adolf Hitler.



Na última sexta-feira (20), o ator global Thiago Lacerda foi detido e encaminhado para a 14ª Delegacia de Polícia do Rio de Janeiro por posse e uso de drogas, em pleno Leblon, no Rio de Janeiro.
O cheiro forte da maconha despertou a atenção dos policiais que faziam ronda na região.
Em revista ao carro do ator, a polícia encontrou supostamente a droga.
Thiago Lacerda foi conduzido até a delegacia onde ficou detido por alguns momentos, até ser liberado, após a lavratura de um boletim de ocorrência.
De acordo com a Polícia Civil, Thiago estava na Rua Mario Ribeiro, no bairro do Leblon, quando foi parado em uma operação:
"Quando em operação na área III na Rua Mario Ribeiro, polícias teve a atenção voltada para um veículo onde o mesmo exalava um forte cheiro de entorpecente, ao fazer a abordagem foi constatado que o motorista se tratava de Thiago Ribeiro Lacerda (ator), sendo encontrado pequena quantidade de material entorpecente com o mesmo, o qual foi encaminhado a 14 DP para medidas cabíveis".
Vale lembrar que esse ator, está longe de ser um cidadão “exemplar”; Agora parece óbvio o motivo pelo qual o ator não gosta de Bolsonaro.
Reportagem do Fala Brasil, assistam.


Redação Segue Brasil News.

#Bolsonaro #Maconha

Zé Neto e Cristiano, após mencionar Bolsonaro: "Recebemos ameaças de morte"

00:24 0
Zé Neto e Cristiano, após mencionar Bolsonaro: "Recebemos ameaças de morte"

Foto reprodução.
Os cantores sertanejos  Zé Neto e Cristiano,em entrevista ao colunista Leo Dias da UOl, dizem ter aprendido a resguardar um pouco suas opiniões pessoais após terem sofrido ameaças de morte por causa de um vídeo dedicado ao presidente Jair Bolsonaro (PSL). 
"Eu ouvi do Edson [da dupla com Hudson] que artista não pode ter partido, religião nem torcer para time de futebol. Poxa, isso é muito chato."afirma Cristiano.
 A dupla se disse assustada com a repercussão que o vídeo teve na época. 
"Foi algo que deixou a gente bem mal. Ver o ódio das pessoas, sabe?", diz Zé Neto,
que critica o campo minado que se tornaram as redes sociais.
"A internet, hoje, está um saco. Você não pode falar mais nada, não pode fazer nada. Eu costumo dizer que, hoje em dia, tem muitos juízes e poucos advogados, poucas pessoas com amor no coração para compreender. Ninguém vai a seu favor."


Veja entrevista completa.




Fonte UOL

#ZéNetoeCristiano  #Bolsonaro


quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Governo não renovará assinaturas de jornais e revistas impressas

01:49 0
Governo não renovará assinaturas de jornais e revistas impressas

Palácio do Planalto anunciou que não renovará assinaturas de jornais e revistas impressas no próximo ano.

O Presidente da República, Jair Bolsonaro, decidiu deixar de comprar jornais e revistas impressos a partir do ano que vem.

Imagem: Carolina Antunes.


O contrato de fornecimento de periódicos, que será encerrado no fim deste ano, não será renovado. O governo deverá manter, no entanto, apenas assinaturas de veículos digitais no próximo ano, informa o jornal Estadão.
Firmado em 2017, o contrato era de quase R$ 600 mil anuais para entrega de periódicos nacionais e estrangeiros no Palácio do Planalto e no escritório regional da Presidência em São Paulo, além de assinaturas digitais.
A Presidência da República assinava seis jornais impressos, oito revistas e 26 canais digitais de notícias.
Oficialmente, o Palácio do Planalto vinculou a interrupção na compra de jornais e revistas impressos à racionalização dos gastos públicos.
“Tendo em vista o fornecimento ser discricionário, não havendo interesse por parte da Administração, a ação foi executada”, afirma o Planalto, ainda segundo o jornal.

sábado, 14 de dezembro de 2019

Animais em perigo de extinção morrem de fome em zoo da Venezuela

15:41 0
Animais em perigo de extinção morrem de fome em zoo da Venezuela
Foto do jornal "Panorama" mostra puma desnutrido em zoológico da Venezuela — Foto: Miguel Romero/Panorama/AFP
Dois pumas com a pele grudada nos ossos deram rosto ao drama de um zoológico do oeste da Venezuela, onde vários animais estão morrendo por falta de comida e outros sofrem de desnutrição severa.
Patos, porcos e cabras tiveram que ser sacrificados para alimentar outras espécies no zoológico metropolitano de Zulia, fechado para visitantes desde meados de fevereiro, após a divulgação de imagens de feras famintas.
Um leão africano, um tigre de bengala, um jaguar, várias jaguatiricas e aves de rapina, todos carnívoros, engrossam a lista de desnutridos, disseram recentemente à AFP trabalhadores do parque, situado no município de San Francisco.
Mas os pumas - resgatados do tráfico de animais silvestres – apresentam o quadro mais grave. Suas fotos difundidas pelo jornal local "Panorama" causaram alarme.

"Ambos estavam confinados como animais de estimação e chegaram malnutridos, se recuperaram, mas com esta crise retrocederam, como se tivessem encolhido", acrescentaram as fontes."

O país encara uma grave escassez de alimentos e remédios, além de uma hiperinflação que em 2018 poderia chegar a 13.000%, segundo o FMI. "Os zoológicos não escapam da crise", admitiu uma autoridade, que disse não ter "autorização para declarar à imprensa".
Um macho e uma fêmea de condor-dos-Andes nascidos em cativeiro e transladados ao parque para um plano reprodutivo que busca salvar a espécie da extinção também passaram semanas sem comer adequadamente.

Puma é capturado pelo jornal 'Panorama'; animais sofrem por falta de alimentos na Venezuela — Foto: Miguel Romero/Panorama/AFP

Esta é a maior e mais pesada ave voadora do mundo e está em "perigo crítico" pela caça e "o uso estendido de agroquímicos", segundo o Livro vermelho da fauna venezuelana. Restam poucos exemplares em estado silvestre.
A fome levou dois carcarás (aves de rapina) a comerem seu companheiro de jaula.
Para tentar compensar a falta de carne, diretores promoveram a caça de iguanas – lagartos – que crescem silvestres no zoo, além da pesca de tilápias em lagoas do parque.
Além do fornecimento irregular de alimentos, o único zoológico do estado de Zulia é afetado por roubos. Em 2016, ao menos 40 animais foram roubados por sua carne.
Dirwings Arrieta, prefeito de San Francisco, anunciou a "reestruturação" do lugar, mas não se referiu à desnutrição dos animais.
A insegurança afeta outros zoológicos, como o de Caricuao, em Caracas, onde em 2016 mataram um cavalo para roubar sua carne. Em janeiro, meios do estado Falcón (oeste) informaram do roubo de dois caititus (porcos selvagens).
Carlos Silva, veterinário do zoo de Bararida (250 km ao sudoeste de Caracas), que também registrou roubos de animais, disse à AFP que os zoológicos venezuelanos atravessam uma "época negra", e que "o visto em Zulia só se pode compreender em países com conflitos bélicos".

Tigre é fotografado em zoológico venezuelano — Foto: Monica Guevara/Panorama/AFP
Matéria pública originalmente em 2018, a essas alturas os pobres animais já devem estar mortos ou sacrificados: mas a questão maior aqui é aonde estavam as pessoas e as instituições tais como: Greenpeace, as infinitas ONGS defensoras de animais, a greta thunberg e por fim a famosa Organização das Nações Unidas (ONU), que além de não fazer nada sobre a questão Venezuelana, se manifestou favorável ao ditador Nícolas Maduro, indo assim contra tudo e todos com um mínimo de inteligência bê bom senso.
Fonte: Portal Panorama