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segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Ateus de extrema esquerda recebe apoio de grupo de judeus e judias, diz site.

17:42 0
Ateus de extrema esquerda recebe apoio de grupo de  judeus e judias, diz site.


Na semana em que se celebra os 75 anos da libertação de Auschwitz, campo de concentração nazista na Polônia que matou mais de 1 milhão de pessoas, o ex-detento Lula se aproveitando da data para promover mais um showmício, se reúne com um grupo de judias e judeus em um ato “pela paz e contra o nazismo” no Sindicato dos Químicos de São Paulo, diz site Jornalistas Livres.

Segundo o site, durante o evento, que reunirá personalidades da comunidade judaica nas áreas das ciências, das artes, da economia, haverá a entrega da “Carta de Judias e Judeus de apoio ao "Presidente Lula” que denuncia a perseguição sofrida pelo ex-presidente e reconhece sua importância para a construção de uma cultura de paz. A carta já conta com centenas de assinaturas e permanecerá aberta para novas adesões.

O site também afirma que personalidades da extrema esquerda e ateus declarados também marcaram presença no evento, que teve o apoio da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Pastoral dos Trabalhadores
"Fernando Haddad, Gleisi Hofmann, Celso Amorim, Márcio Pochmann, Alexandre Padilha também confirmaram presença e darão seus depoimentos sobre a situação atual que enfrenta a política brasileira, após um ano do governo da extrema direita de Jair Bolsonaro que vem demonstrando posturas cada vez mais autoritárias em relação às políticas públicas, imprensa e adversários políticos."

O ato acontece no dia 30 de janeiro, quinta-feira, às 19 horas e tem duração em torno de uma hora e meia.

Roberson Pereira / Segue Brasil News

domingo, 26 de janeiro de 2020

Ex-detento Lula diz que Moro, Dallagnol e Bolsonaro sofreram com consciência pesada enquanto ele esteve preso

06:58 0
Ex-detento Lula diz que Moro, Dallagnol e Bolsonaro sofreram com consciência pesada enquanto ele esteve preso

Agora solto, mas não livre, o ex-detento Lula (Inocêncio) segue fazendo o que sempre fez de melhor: ludibriar as massas para, inescrupulosamente, manobrá-las em prol de seu projeto totalitário de poder.

Dessa vez, o condenado em três instâncias participava de um evento do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) quando, em mais um de seus arroubos delirantes e vitimistas, tratou de proliferar a falacia de ter sido perseguido politicamente por um suposto complô entre o então juiz, Sérgio Moro, o procurador da República, Deltan Dallagnol e o à época deputado, Jair Bolsonaro.

Com a voz forçosamente serena, Lula agradeceu os militantes desocupados que fizeram vigília em frete à Polícia Federal em Curitiba e disparou:

“Foram 580 dias que, vocês podem ter certeza, o Moro, o Bolsonaro, o Dallagnol devem ter sofrido muito mais do que eu, porque eu tava com a minha consciência muito tranquila e sabia o que eu tava fazendo lá dentro.”completou o ex-detento.

Infelizmente, o vitimismo calhorda do larápio não parece ser apenas teatral, mas um sinal de possíveis distúrbios psiquiátricos, pois é difícil de acreditar que alguém, depois de condenado em 3 instâncias, não por um, mas por vários juízes, ainda durma com a consciência tranquila acreditando ser inocente.




Outro fato que deixa-o extremamente triste, nota-se pela sua voz, é que o PT já não mais angaria desavisados em prol de sua eterna luta pelo império de poder totalitário; o ex-detento já não mais discursa para grandes massas, ficando restritos somente ao publico cativo (base),que ainda acredita ou finge acreditar nos discursos do ex-detento ladrão e alcoólatra.


Estamos também na nova rede social chamada Pátriabook, muito semelhante ao Facebook, venha fazer parte também dessa rede total brasileira. https://patriabook.com/register?ref=seguebrasilnews

Roberson Pereira / Segue Brasil News

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

O ex-detento Lula da Silva quer criar núcleos evangélicos do PT nos Estados, diz jornal.

11:34 0
O ex-detento Lula da Silva quer criar núcleos evangélicos do PT nos Estados, diz jornal.


Estratégia do ex-detento Lula, é atrair eleitorado conservador cristão.

A pedido do ex-detento Luiz Inácio Lula da Silva, o PT está criando núcleos evangélicos nos Estados para tentar acessar essa fatia do eleitorado fiel ao presidente Jair Bolsonaro. A informação foi divulgada neste domingo (5.jan.2020) pelo jornal Folha de S. Paulo.

Segundo apurou a Folha, assim que deixou a prisão em Curitiba, o petista teria dito a aliados que o partido precisava “aprender com os pastores”. Segundo relatos, Lula disse que “eles falam bem e o que as pessoas querem ouvir”.

O pastor Daniel Elias, da Assembleia de Deus no Rio e que participa do movimento do PT, admite que a articulação enfrenta dificuldades. “O grupo ligado à direita chegou 1º e fidelizou, usando a linguagem do crente, citando a Bíblia. Embora haja evangélicos que não gostem de 
Bolsonaro, eles estão calados”, disse ao jornal.

A avaliação de petistas, segundo o jornal, é que conversas com as cúpulas das igrejas estão fadadas ao fracasso —a maioria se alinhou a Bolsonaro. Mas é possível abrir diálogo com as bases.
Em seu perfil no Twitter, o assessor especial do presidente Jair Bolsonaro, Arthur Weintraub, desprezou a iniciativa petista. 

“Sabem fazer ao menos uma citação da Bíblia? Sabem explicar como Bíblia acaba no lixo?”, declarou.


Opinião
Será que o ex-detento manterá o mesmo respeito com os cristão, já demonstrados em varias ocasiões?


quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

A incongruência da política: Dizem que Bolsonaro é autoritário mas faz governo democrático

20:08 0
A incongruência da política: Dizem que Bolsonaro é autoritário mas faz governo democrático

O cientista polonês Adam Przeworski critica a ideia de que a democracia está morrendo e não aposta em colapso abrupto no Brasil.

Bolsonaro e Trump representantes da direita nas Américas / Foto divulgação / internet

PT é um partido socialdemocrata, com ranços autoritários não hegemônicos. Em quatro governos, o petismo tentou adotar pautas com o objetivo de concentrar poder e reduzir a força tanto do Ministério Público quanto da Imprensa. Entretanto, ante a resistência da sociedade civil e da sociedade política, os governos de Lula da Silva e Dilma Rousseff recuaram e não romperam com a democracia. Não houve nenhuma ruptura institucional. A direita radical equivoca-se quando afirma que o Partido dos Trabalhadores é comunista. Não é, nunca foi. Aproxima-se de um partido socialista — portanto, de esquerda —, mas não de matiz stalinista. E, sim, de caráter democrático.

Com o governo de Jair Bolsonaro, fala-se, mais uma vez, numa escalada autoritária. O discurso do presidente é autoritário, e de fato tentou aprovar medidas para reduzir a capacidade de sobreviver dos jornais, mas recuou. Quer dizer, ante a pressão da sociedade — e com as instituições funcionando —, Bolsonaro recua. Portanto, é possível falar num líder autoritário mas que faz um governo democrático.

Parte da imprensa não aprova Bolsonaro — e não surpreende que o jornalismo que cobre economia é mais favorável ao governo, porque o ministro da Economia, Paulo Guedes (um liberal híbrido; sim, porque liberal verdadeiro não aceitaria falar, em hipótese alguma, em AI-5. Ressalve-se que, no Chile, liberais ortodoxos apoiaram a ditadura cruenta de Augusto Pinochet) — e, por isso, está entrevistando pesquisadores de outros países, supostamente por serem independentes, que, mesmo com escassa informação do que realmente está ocorrendo no país, dão opiniões peremptórias e, às vezes, sem nuances. O que, claro, não faziam quando o PT estava no poder e, quando aqui e ali, tentava adotar medidas autoritárias e, inclusive, retiraram dinheiro do Erário brasileiro para “doar” à ditadura cubana e ao governo supostamente corrupto de Angola (fala-se da gestão de José Eduardo dos Santos).

Paulo Guedes e Bolsonaro / Foto divulgação 

Intelectuais do exterior costumam basear-se não exatamente na realidade local, em informações concentradas e cristalizadas — estribadas em dados —, e sim em informações que seus pares locais, com os quais têm conexões ideológicas, lhes repassam. Como o Brasil “precisa” de um “bandeirante” — talvez um “profeta” — e uma “bíblia” do exterior, dado o caráter provinciano de parte da imprensa (que ama dizer: “Deu na ‘The Economist’ ou deu no ‘New York Times’”). Fica-se com a impressão de que querem “puxar” 
Bolsonaro para a direita da direita da direita (um misto de reacionarismo político e fundamentalismo religioso) e, até inconscientemente, há uma torcida para que se torne mais autoritário do que é. Querem um golpe?

Num mundo conturbado — até perturbado —, com radicalismos que praticamente impedem a ponderação, o diálogo entre contrários, é crucial que direita e esquerda tenham viabilidade eleitoral — o que reduz a possibilidade de golpismo. Em 2018, por exemplo, a disputa eleitoral para presidente da República se deu entre a direita, com Jair Bolsonaro, e a esquerda, com Fernando Haddad (PT). Com espaço para chegar ao poder, as correntes radicalizadas da sociedade tendem a fazer opção pela democracia.

Na próxima eleição, em 2022 — daqui a dois anos e nove meses —, direita e esquerda certamente continuarão com alta viabilidade eleitoral. É possível que o centro apresente um candidato competitivo, mas será muito difícil expor uma ideia moderada e ser ouvido no meio de um confronto extremista e barulhento entre esquerdistas e direitistas. Se Bolsonaro for muito bem, com um reordenamento da economia — crescimento, mais empregos, aumento da renda dos indivíduos —, a tendência é que continue ocupando o espaço do centro na disputa contra a esquerda. A esquerda, se quiser derrotar Bolsonaro — que pode ter o ministro Sergio Moro como vice —, precisa atrair amplos setores do centro, como fez em 2002. Mas não será fácil. Um PT com Lula na linha de frente, com a imagem de presidiário — corrupto —afastará a classe média. Ou seja, se parte significativa de seu eleitorado está assentado na classe média, dificilmente o centro vai compor com o petismo. Pelo contrário, parte deve caminhar com Bolsonaro. A outra parte tende a bancar de um a dois candidatos — tipo João Doria, governador de São Paulo, e Luciano Huck, apresentador da TV Globo —, o que dividirá seus votos e pode repetir o cenário de 2018.

Professor Adam / Cecilia Bastos /Jornal da USP

Adam Przeworski 1940- ) é um professor de Ciência Política nascido na cidade de VarsóviaPolônia. Atualmente está vinculado ao Wilf Family Department of Politics da Universidade de Nova Iorque.










sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

José Dirceu (PT) conta vitória em 2019.

09:27 0
José Dirceu (PT) conta vitória em 2019.
Dirceu deixa a prisão para trabalhar em escritório de advocacia de Brasília, em outubro de 2014 Foto: Dida Sampaio/Estadão


Em mensagem a apoiadores, o ex-detento José Dirceu (PT) diz que 2019 foi ‘ano de vitórias’


Em mensagem de fim de ano distribuída a seus apoiadores nesta quinta-feira, 26, o ex-detento José Dirceu disse que 2019 “foi um ano de vitória” e que o pior já passou. “Foi um ano de vitória. Lula livre. Nós passamos, acredito eu, pelo pior”, disse Dirceu no áudio distribuído via rede social.

PROPINAS
Condenado a 30 anos, nove meses e dez dias de prisão na Lava Jato por corrupção e lavagem de dinheiro, Dirceu estava preso desde maio deste ano depois de ser condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) em processo que envolve o recebimento de R$ 7 milhões em propinas por contratos superfaturados da Petrobras com a empresa Apolo Tubulares.

O ex-detento foi solto no dia 8 de novembro poucas horas depois do também ex-detento Luiz Inácio Lula Silva. Ambos foram beneficiados pela decisão arbitrária do Supremo Tribunal Federal (STF) que extinguiu a prisão após condenação em segunda instância.


Foi a terceira passagem de Dirceu pela cadeia por corrupção desde o escândalo do mensalão. Antes ele havia sido preso em 1968, pelo governo militar, durante o congresso da União Nacional dos Estudantes em Ibiúna.

APOIO
Na mensagem, Dirceu agradece o apoio que teve de simpatizantes durante a série de viagens que fez pelo Brasil para promover sua autobiografia "Zé Dirceu: Memórias volume 1".

"Sou otimista com relação ao nosso futuro. Vamos retomar o fio da história. Vamos construir um Brasil justo, livre e soberano. Um Brasil que cuida da sua terra e do seu povo (…) não é este país de (Jair) Bolsonaro, (Sérgio) Moro e (Paulo) Guedes, é o Brasil de Lula, o Brasil daqueles que tombaram lutando pela liberdade, pela democracia mas também pelo socialismo", disse Dirceu.
Previsões
Nas palestras que fez durante o lançamento de seu livro, Dirceu fez previsões menos otimistas do cenário político depois da eleição de Bolsonaro e disse que o domínio da direita vai se estender por anos.

No áudio distribuído nesta quinta-feira, apesar do otimismo, ele diz que a,

"luta será longa". "É hora de lutar, combater, não apenas resistir. Temos que construir uma alternativa a este desgoverno. E podemos construir. Depende só de nós (…) Superamos já a dor e o sofrimento e olhando com otimismo e alegria o futuro. Sem ilusões. Sabemos que a luta será longa e prolongada mas sabemos que vamos retomar o fio da história", completou o ex-detento petista.
O futuro
Mesmo sendo otimista quanto ao ano de 2019, o futuro do ex-detento é incerto, devido aos desdobramentos das  últimas investigações da Lava Jato e com novas evidências, o mesmo poderá ser indiciado a qualquer momento, assim como tem ocorrido nos últimos dias, aonde  Lula, Palocci e mais dois foram novamente indiciados. (Veja matéria completa)

Em um publicação escrita pela redação do portal IG no último dia (10), entitulada: 
"Lava Jato aponta que Dirceu teve despesas pessoais pagas por empresas" matéria que liga Dirceu a novas fontes de corrupção, ainda em fase de investigação pela PF (Lava Jato). Segue matéria.

"Segundo os procuradores, empresa foi utilizada pelo grupo chamado de "Oi/Telemar" para receber recursos e beneficiar ex-ministr
Brasília - A 69ª fase da operação Lava Jato, chamada Mapa da Mina, apontou que José Dirceu, ex-ministro chefe da Casa Civil do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, teve despesas pessoais e da própria família custeadas por empresas de telecomunicações acusadas pela Polícia Federal de corrupção e lavagem de dinheiro.

Segundo os procuradores, a empresa RT Serviços foi utilizada pelo grupo chamado de "Oi/Telemar" para receber recursos e beneficiar Dirceu, que teria participado de interlocuções com Otávio Azevedo, condenado pela Lava Jato e à época membro do Conselho Administrativo da Oi, para permitir, por meio de "tráfico de influência", a aquisição pela companhia dos grupos Brasil Telecom e Portugal Telecom.

A força-tarefa também apurou que a "Oi/Telemar recebeu vantagens do governo federal". Entre as decisões que teriam beneficiado o grupo, os procuradores destacaram o Decreto 6.654/08, assinado pelo ex-presidente Lula, que aprovou Plano Geral de Outorgas da Anatel, permitindo a fusão da Brasil Telecom com a Oi, e a nomeação por Lula de dois conselheiros acusados de condutas suspeitas dentro da Anatel"