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domingo, 26 de janeiro de 2020

Ex-detento Lula diz que Moro, Dallagnol e Bolsonaro sofreram com consciência pesada enquanto ele esteve preso

06:58 0
Ex-detento Lula diz que Moro, Dallagnol e Bolsonaro sofreram com consciência pesada enquanto ele esteve preso

Agora solto, mas não livre, o ex-detento Lula (Inocêncio) segue fazendo o que sempre fez de melhor: ludibriar as massas para, inescrupulosamente, manobrá-las em prol de seu projeto totalitário de poder.

Dessa vez, o condenado em três instâncias participava de um evento do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) quando, em mais um de seus arroubos delirantes e vitimistas, tratou de proliferar a falacia de ter sido perseguido politicamente por um suposto complô entre o então juiz, Sérgio Moro, o procurador da República, Deltan Dallagnol e o à época deputado, Jair Bolsonaro.

Com a voz forçosamente serena, Lula agradeceu os militantes desocupados que fizeram vigília em frete à Polícia Federal em Curitiba e disparou:

“Foram 580 dias que, vocês podem ter certeza, o Moro, o Bolsonaro, o Dallagnol devem ter sofrido muito mais do que eu, porque eu tava com a minha consciência muito tranquila e sabia o que eu tava fazendo lá dentro.”completou o ex-detento.

Infelizmente, o vitimismo calhorda do larápio não parece ser apenas teatral, mas um sinal de possíveis distúrbios psiquiátricos, pois é difícil de acreditar que alguém, depois de condenado em 3 instâncias, não por um, mas por vários juízes, ainda durma com a consciência tranquila acreditando ser inocente.




Outro fato que deixa-o extremamente triste, nota-se pela sua voz, é que o PT já não mais angaria desavisados em prol de sua eterna luta pelo império de poder totalitário; o ex-detento já não mais discursa para grandes massas, ficando restritos somente ao publico cativo (base),que ainda acredita ou finge acreditar nos discursos do ex-detento ladrão e alcoólatra.


Estamos também na nova rede social chamada Pátriabook, muito semelhante ao Facebook, venha fazer parte também dessa rede total brasileira. https://patriabook.com/register?ref=seguebrasilnews

Roberson Pereira / Segue Brasil News

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Sergio Moro, é a personalidade pública em que os brasileiros mais confiam.

02:37 0
Sergio Moro, é a personalidade pública em que os brasileiros mais confiam.
Sérgio Moro / foto divulgação / Revista Veja

 Mais uma pesquisa da conhecida empresa tendenciosa Datafolha publicada neste domingo pelo Jornal "Folha de S. Paulo" mostra que o ministro da Justiça, Sergio Moro, é a personalidade pública em que os brasileiros mais confiam entre 12 figuras políticas avaliadas, entre elas o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e os ex-detento Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Os entrevistados disseram, em uma escala de 0 a 10, o nível de confiança que tinham em cada um dos 12 integrantes da lista. As notas até 5 são consideradas baixo índice de confiança, de 6 a 8, médio, e 9 e 10, alto. O Datafolha levou em conta as notas atribuídas pelos entrevistados que dizem conhecer a personalidade em questão.

Segundo o Datafolha, um terço (33%) dos entrevistados disse ter alta confiança em Moro, 23%, média confiança, e 42%, baixa confiança. O ex-presidente Lula vem em seguida, com 30% de confiança alta, 16% média e 53% baixa.

Na sequência, estão empatados na margem de erro Bolsonaro, com 22% de alta confiança, 22% média e 55% baixa, e Luciano Huck, com 21% de alta, 22% média e 55% baixa confiança.

Outros resultados de alta confiança:

  • Hamilton Mourão (PRTB): 12%
  • Ciro Gomes (PDT): 11%
  • Fernando Henrique Cardoso (PSDB): 10%
  • Marina Silva (Rede): 9%
  • João Doria (PSDB): 7%
  • Rodrigo Maia (DEM-RJ): 7%
  • Manuela D'Ávila (PCdoB): 7%
  • Davi Alcolumbre (DEM-AP): 3%
O Datafolha ouviu 2.948 pessoas em 5 e 6 de dezembro em 176 municípios de todas as regiões do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

Ronaldo Caiado é o governador mais popular na internet, segundo levantamento

16:38 0
Ronaldo Caiado é o governador mais popular na internet, segundo levantamento




Ronaldo Caiado é o governador mais popular na internet, segundo levantamento


Segundo é Rui Costa, do PT. Dados mostram que polarização entre o Presidente Bolsonaro e o ex-detento Lula continua forte


Caiado  | Foto: Hegon Correa
De acordo com levantamento que analisa o desempenho de figuras públicas no Facebook, Instagram e Twitter, realizado pela Consultoria Quaest, Ronaldo Caiado (DEM) é o governador mais popular nas redes sociais. O estudo leva em consideração a fama (número de seguidores), engajamento (comentários nas postagens), mobilização (compartilhamentos), valência (reações positivas e negativas) e presença (em quantas redes sociais a figura tem atividades).

De acordo com o comparativo, a popularidade tem relação com o apoio dos governadores ao presidente da República, Jair Bolsonaro. Uma comprovação disso é que João Dória, gestor do Estado de São Paulo. Ele aparecia em 1º lugar em junho, com 61 pontos e caiu drásticos 40 pontos em dois meses, quando alcançou 39 pontos. O período coincide com o afastamento de Dória e Bolsonaro.

O mesmo ocorreu com Wilson Witzel, do Rio de Janeiro. Em agosto ele foi o mais popular dentre os governadores no mês de agosto e chegou a ser cotado para a presidência nas eleições de 2022. Após passar a ser alvo de críticas de Bolsonaro, Witzel parou em 9ª posição em novembro.

Rui Costa (PT), da Bahia, é o segundo mais popular, de acordo com o levantamento, embora seja aliado do ex-detento Lula. Isso demonstra que existe muita polaridade no campo político, comprovando a força que os dois líderes, o Presidente  Bolsonaro e o ex-detento Lula ainda exercem na opnião pública.
Um modelo estatístico, então, pondera e calcula a importância de cada dimensão.
O presidente Bolsonaro e o ex-detento Lula tiveram um movimento semelhante de sobe/desce na popularidade individual nos últimos meses —ainda que o atual presidente esteja sempre consideravelmente à frente do petista.
Os dois registraram crescimento na popularidade digital em junho e em setembro. E ambos caíram em julho e em novembro, variações descoladas da de outros personagens públicos como Luciano.


sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

José Dirceu (PT) conta vitória em 2019.

09:27 0
José Dirceu (PT) conta vitória em 2019.
Dirceu deixa a prisão para trabalhar em escritório de advocacia de Brasília, em outubro de 2014 Foto: Dida Sampaio/Estadão


Em mensagem a apoiadores, o ex-detento José Dirceu (PT) diz que 2019 foi ‘ano de vitórias’


Em mensagem de fim de ano distribuída a seus apoiadores nesta quinta-feira, 26, o ex-detento José Dirceu disse que 2019 “foi um ano de vitória” e que o pior já passou. “Foi um ano de vitória. Lula livre. Nós passamos, acredito eu, pelo pior”, disse Dirceu no áudio distribuído via rede social.

PROPINAS
Condenado a 30 anos, nove meses e dez dias de prisão na Lava Jato por corrupção e lavagem de dinheiro, Dirceu estava preso desde maio deste ano depois de ser condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) em processo que envolve o recebimento de R$ 7 milhões em propinas por contratos superfaturados da Petrobras com a empresa Apolo Tubulares.

O ex-detento foi solto no dia 8 de novembro poucas horas depois do também ex-detento Luiz Inácio Lula Silva. Ambos foram beneficiados pela decisão arbitrária do Supremo Tribunal Federal (STF) que extinguiu a prisão após condenação em segunda instância.


Foi a terceira passagem de Dirceu pela cadeia por corrupção desde o escândalo do mensalão. Antes ele havia sido preso em 1968, pelo governo militar, durante o congresso da União Nacional dos Estudantes em Ibiúna.

APOIO
Na mensagem, Dirceu agradece o apoio que teve de simpatizantes durante a série de viagens que fez pelo Brasil para promover sua autobiografia "Zé Dirceu: Memórias volume 1".

"Sou otimista com relação ao nosso futuro. Vamos retomar o fio da história. Vamos construir um Brasil justo, livre e soberano. Um Brasil que cuida da sua terra e do seu povo (…) não é este país de (Jair) Bolsonaro, (Sérgio) Moro e (Paulo) Guedes, é o Brasil de Lula, o Brasil daqueles que tombaram lutando pela liberdade, pela democracia mas também pelo socialismo", disse Dirceu.
Previsões
Nas palestras que fez durante o lançamento de seu livro, Dirceu fez previsões menos otimistas do cenário político depois da eleição de Bolsonaro e disse que o domínio da direita vai se estender por anos.

No áudio distribuído nesta quinta-feira, apesar do otimismo, ele diz que a,

"luta será longa". "É hora de lutar, combater, não apenas resistir. Temos que construir uma alternativa a este desgoverno. E podemos construir. Depende só de nós (…) Superamos já a dor e o sofrimento e olhando com otimismo e alegria o futuro. Sem ilusões. Sabemos que a luta será longa e prolongada mas sabemos que vamos retomar o fio da história", completou o ex-detento petista.
O futuro
Mesmo sendo otimista quanto ao ano de 2019, o futuro do ex-detento é incerto, devido aos desdobramentos das  últimas investigações da Lava Jato e com novas evidências, o mesmo poderá ser indiciado a qualquer momento, assim como tem ocorrido nos últimos dias, aonde  Lula, Palocci e mais dois foram novamente indiciados. (Veja matéria completa)

Em um publicação escrita pela redação do portal IG no último dia (10), entitulada: 
"Lava Jato aponta que Dirceu teve despesas pessoais pagas por empresas" matéria que liga Dirceu a novas fontes de corrupção, ainda em fase de investigação pela PF (Lava Jato). Segue matéria.

"Segundo os procuradores, empresa foi utilizada pelo grupo chamado de "Oi/Telemar" para receber recursos e beneficiar ex-ministr
Brasília - A 69ª fase da operação Lava Jato, chamada Mapa da Mina, apontou que José Dirceu, ex-ministro chefe da Casa Civil do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, teve despesas pessoais e da própria família custeadas por empresas de telecomunicações acusadas pela Polícia Federal de corrupção e lavagem de dinheiro.

Segundo os procuradores, a empresa RT Serviços foi utilizada pelo grupo chamado de "Oi/Telemar" para receber recursos e beneficiar Dirceu, que teria participado de interlocuções com Otávio Azevedo, condenado pela Lava Jato e à época membro do Conselho Administrativo da Oi, para permitir, por meio de "tráfico de influência", a aquisição pela companhia dos grupos Brasil Telecom e Portugal Telecom.

A força-tarefa também apurou que a "Oi/Telemar recebeu vantagens do governo federal". Entre as decisões que teriam beneficiado o grupo, os procuradores destacaram o Decreto 6.654/08, assinado pelo ex-presidente Lula, que aprovou Plano Geral de Outorgas da Anatel, permitindo a fusão da Brasil Telecom com a Oi, e a nomeação por Lula de dois conselheiros acusados de condutas suspeitas dentro da Anatel"