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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Presidente Bolsonaro lança pedra fundamental de colégio militar. (O Brasil ainda tem jeito!)

19:23 0
Presidente Bolsonaro lança pedra fundamental de colégio militar. (O Brasil ainda tem jeito!)


O presidente Jair Bolsonaro participou hoje (3) da cerimônia de início das obras do Colégio Militar de São Paulo (CMSP), no Campo de Marte. A instituição será o 14° colégio militar do país.

Também compareceram os ministros Abraham Weintraub, da Educação, Ricardo Salles, do Meio Ambiente, e o senador Flávio Bolsonaro. Estava presente também a atriz Regina Duarte, indicada para comandar a Secretaria Especial de Cultura.

A estrutura terá dois pavilhões de salas de aula, um para o ensino fundamental e outro para o ensino médio. Serão construídos um campo de futebol com pista de atletismo e uma arquibancada para 800 pessoas, além de parque aquático, ginásio de esportes, auditório com capacidade para 300 pessoas, salas de judô e esgrima, refeitório e pátio de formatura. A previsão é que o colégio comece a funcionar em 2023.

Durante a cerimônia, o presidente Jair Bolsonaro lembrou o resultado do Brasil no último ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Bolsonaro destacou que a avaliação foi feita em 2018, portanto antes de seu governo. Disse também que espera melhora do posicionamento do país na próxima avaliação que será realizada em 2021.


 "O Brasil chegou a uma situação na educação que não pode ser ultrapassada por mais ninguém, porque já estamos no último lugar. E essa prova do Pisa foi realizada em 2018, antes do nosso governo. Apesar do tempo relativamente curto, com toda certeza, melhoraremos sim muitas posições para a próxima prova que será realizada em 2021. E deixo bem claro também, se deixarmos nessa prova do Pisa apenas alunos de Colégios Militares, de escolar militarizadas, por exemplo, de Goiás do governador Caiado, o Brasil estaria entre os dez do mundo", afirmou.

O presidente fez ainda uma ressalva aos governadores que não quiseram fazer parte do projeto do governo federal para escolas militares e finalizou afirmando que 

"a questão político-partidária não pode estar à frente de um país", afirmou presidente.

O Sistema Colégio Militar do Brasil abrange, atualmente, um corpo discente de 15 mil jovens. São oferecidas vagas para o ensino fundamental e médio e o ingresso é feito por concurso público. Há unidades de ensino em Campo Grande, Curitiba, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Juiz de Fora (MG) e Santa Maria (RS).



Roberson Pereira / Segue Brasil News

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Bolsonaro diz que há brecha para corrigir salário mínimo pela inflação.

10:12 0
Bolsonaro diz que há brecha para corrigir salário mínimo pela inflação.

Presidente Bolsonaro diz que há brecha para corrigir salário mínimo pela inflação


Presidente falou na saída do Alvorada que vai conversar sobre o tema com o ministro da Economia, Paulo Guedes, na tarde desta terça. Ministério afirmou que, se o presidente autorizar, valor vai a R$1.045.

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (14) que o governo vê uma brecha para reajustar o salário mínimo pelo menos no mesmo índice da inflação de 2019.


Inicialmente, o governo fixou o salário mínimo para 2020 no valor de R$ 1.039, o que representou um reajuste de 4,1%. O aumento ficou abaixo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que registrou alta de 4,48% em 2019.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que vai se reunir na tarde desta 3ª feira (14.jan.2020) com o ministro Paulo Guedes (Economia) para discutir sobre a defasagem do salário mínimo e tentar corrigi-lo de acordo com a inflação. O piso foi fixado em R$ 1.039,00 –num aumento de 4,1%. No entanto, o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), índice usado como base para o reajuste, fechou o ano em 4,48%.

O presidente afirmou que vai ter uma conversa na parte da tarde com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para discutir o tema.

"Vou me reunir com o Paulo Guedes agora à tarde. Eu acho que tem brecha para a gente atender. É porque a inflação de dezembro foi atípica, por causa do preço da carne. Então vai ser duas da tarde, tenho um despacho com o Paulo Guedes para decidir esse assunto", disse Bolsonaro a jornalistas na saída da residência oficial do Palácio da Alvorada.

Questionado sobre quando seriam apresentadas as reformas tributária e administrativa, presidente Bolsonaro disse que vai 

“falar com ele Guedes de novo”. Acrescentou que sua “ideia” é “fazer da melhor forma possível para que possa ser aprovada –e sem muito atrito”.

Roberson / Segue Brasil News

Bolsonaro diz que governo quer dar transparência às despesas públicas.

09:45 0
Bolsonaro diz que governo quer dar transparência às despesas públicas.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na noite de hoje (13), em publicação no Twitter, que tem determinado aos ministros que “fortaleçam a transparência em defesa do interesse público e combate à corrupção”. O presidente destacou que o governo publicou, em dados abertos, a remuneração dos servidores aposentados e os pagamentos aos pensionistas do Poder Executivo.

Segundo presidente Bolsonaro, o Portal da Transparência também passou a divulgar os gastos com o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que tem 4,8 milhões de beneficiários e somaram R$ 41,5 bilhões de janeiro a setembro de 2019.

O presidente também destacou o lançamento, em 2019, de dois painéis eletrônicos com informações relacionadas ao pagamento de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e do programa Bolsa Família.

“Ressalto que o nosso governo tem o compromisso de apurar e sanar quaisquer irregularidades detectadas ou denunciadas e, acima de tudo, dar transparência às despesas públicas com o intuito de engajar nossa sociedade na fiscalização contínua dos recursos públicos”, escreveu presidente Bolsonaro no Twitter.

Fonte: Agência Brasil/Segue Brasil News

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Bolsonaro defende mais engarrafadoras de gás para reduzir preço.

18:38 0
Bolsonaro defende mais engarrafadoras de gás para reduzir preço.

Bolsonaro defende mais engarrafadoras de gás para reduzir preço.

O presidente Jair Bolsonaro determinou hoje (10) que sejam feitos estudos, com urgência, para analisar a possibilidade de ampliação do número de empresas especializadas em encher botijões de gás, as chamadas engarrafadoras. Segundo ele, com poucas dessas empresas no país, o custo de transporte faz aumentar o preço do produto.
"Como alternativa determinei estudar (urgente) a possibilidade criar locais especializados para se encher botijões de gás. No Brasil existem poucas engarrafadoras. O botijão 'anda' centenas de quilômetros para ser enchido e, depois, mais uma centena até o consumidor", 
escreveu o presidente em um publicação na sua conta oficial no Twitter. "Com dezenas de centrais nos estados e mais empresas, essa verdadeira viagem do botijão deixaria de existir, teríamos mais competição e o preço cairia", acrescentou Bolsonaro.

O último reajuste do gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha, foi feito em dezembro pela Petrobras, e, com isso, o produto ficou, em média, 5% mais caro para as distribuidoras. O valor final do gás para o consumidor depende do repasse feito pelas distribuidoras, mas, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do botijão de 13 quilos era de R$ 69,11 em novembro do ano passado.



O presidente Bolsonaro está desde ontem (9) em uma unidade militar no Guarujá, litoral de São Paulo, onde permanecerá até a próxima terça-feira (14), para completar seu período de descanso. Na semana passada, antes do réveillon, ele antecipou o retorno a Brasília após ficar quatro dias na Bahia, onde pretendia passar o feriado de ano-novo descansando na base naval de Aratu, no subúrbio de Salvador.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Presidente Bolsonaro escolhe diretor contrário à cannabis medicinal para presidir a Anvisa.

17:25 0
Presidente Bolsonaro escolhe diretor contrário à cannabis medicinal para presidir a Anvisa.

O presidente Jair Bolsonaro encaminhou ao Senado nesta quinta-feira (9) a indicação de Antônio Barra Torres para exercer o cargo de diretor-presidente da Anvisa. Barra já atuava como substituto desde dezembro, quando terminou o mandato do antigo diretor-presidente, William Dib. Ele se reuniu com Bolsonaro na tarde de quarta-feira no Palácio do Planalto.

Médico e contra-almirante da Marinha, Barra está na Anvisa desde agosto de 2019, por indicação de Bolsonaro. Em dezembro, foi um dos três diretores a votar contra a proposta que autorizava o plantio de maconha por empresas para fins medicinais.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é uma agência reguladora vinculada ao Ministério da Saúde. Cabe a ela o controle sanitário de todos os produtos e serviços submetidos à vigilância sanitária, como medicamentos, cosméticos, agrotóxicos e derivados do tabaco.


Bolsonaro também encaminhou para o Senado a indicação de Marcus Aurélio Miranda de Araújo para ocupar o cargo de diretor da Anvisa. Araújo, que é servidor da agência, foi chefe de gabinete de Dib e permaneceu no cargo durante a interinidade de Torres . Ele também já foi gerente geral de Portos, Aeroportos e Fronteiras da Anvisa.

A diretoria da Anvisa é composta por cinco diretores, sendo que um deles é o diretor-presidente. A duração dos mandatos era de três anos, mas, para os novos diretores, passou a ser de cinco anos desde a aprovação, no ano passado, do novo marco das agências reguladoras. A recondução foi vetada.

Fonte: IG Política

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Bolsonaro sanciona lei que institui carteira nacional do autista.

19:47 0
Bolsonaro sanciona lei que institui carteira nacional do autista.

O presidente Jair Bolsonaro sancionou hoje (8) a lei que institui a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, de expedição gratuita. Com o documento, essa população passa a ter prioridade de atendimento em serviços públicos e privados, em especial nas áreas de saúde, educação e assistência social.

O Projeto de Lei (PL) 2.573/2019, que criou a carteira, foi aprovado pelo Congresso Nacional no dia 11 de dezembro do ano passado. A proposta foi apresentada pela deputada federal Rejane Dias (PT-PI) e alterou dispositivos da Lei 12.764, de 2012, que instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

O PL ficou conhecido como Lei Romeo Mion, que é portador de autismo e filho do apresentador de TV Marcos Mion, um dos principais entusiastas da medida. Em postagem divulgada no Twitter para informar a sanção do projeto, o presidente Jair Bolsonaro aparece em foto ao lado do apresentador Mion e da primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

"Sancionada hoje a Lei 13.977 (Romeo Mion), que cria Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea). A referida carteira é gratuita e garante prioridade nas áreas de saúde, educação e assistência social", escreveu Bolsonaro. A sanção deverá ser publicada na edição desta quinta-feira (9) do Diário Oficial da União.


 <blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">LEI ROMEO MION/Espectro Autista<br><br>- Sancionada hoje a Lei 13.977 (Romeo Mion), que cria Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea). A referida carteira é gratuita e garante prioridade nas áreas de saúde, educação e assistência social. <a href="https://t.co/PbKFmYAK9j">pic.twitter.com/PbKFmYAK9j</a></p>&mdash; Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) <a href="https://twitter.com/jairbolsonaro/status/1215029910990774272?ref_src=twsrc%5Etfw">January 8, 2020</a></blockquote> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>


A carteira será expedida pelos órgãos responsáveis pela execução da política de proteção dos direitos da pessoa com transtorno do espectro autista dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, mediante requerimento, acompanhado e relatório médico, com indicação do código da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID).

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma disfunção neurológica cujos sintomas englobam diferentes características como a dificuldade de comunicação por deficiência no domínio da linguagem, a dificuldade de formar o raciocínio lógico, a dificuldade de socialização, além de prejuízos a respeito do desenvolvimento de comportamentos restritivos e repetitivos.
Vetos

Jair Bolsonaro decidiu vetar dois pontos do PL aprovado no Congresso. Um deles é o dispositivo que obrigava os cinemas a reservar uma sessão mensal destinada a pessoas com transtorno do espectro autista, devendo a sala de exibição oferecer os recursos de acessibilidade necessários. Na justificativa para o veto, o presidente argumentou que o trecho contrariava o interesse público ao tratar sobre obrigações que já estão previstas em outras legislações.

"Ao determinar que os estabelecimentos de cinema sejam obrigados a reservar uma sessão mensal destinada a pessoas com o transtorno do espectro autista, contraria-se o interesse público ao disciplinar matéria análoga ao da Medida Provisória nª 197/2019, a qual dispõe que as salas de cinema terão mais um ano para se adequar à Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), a fim de oferecer a acessibilidade para as pessoas com deficiência visual e auditiva", informou o Palácio do Planalto, em nota distribuída à imprensa.

Também foi vetado o trecho que dava prazo de 180 dias para a regulamentação da norma pelo Poder Executivo, estados e municípios. A Presidência da República considerou, nesse caso, que a lei violava o princípio da separação dos Poderes, já que a regulamentação de leis é competência privativa do Executivo.

*Com informações da Agência Senado


Fonte: EBC Agencia Brasil / Todo credito.

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

(Retrospectiva)AGU vai pra cima da Globo que pode ser enquadrada na Lei de Segurança Nacional

21:07 0
(Retrospectiva)AGU vai pra cima da Globo que pode ser enquadrada na Lei de Segurança Nacional

AGU vai pra cima da Globo que pode ser enquadrada na Lei de Segurança Nacional.


A tentativa da Globo em relacionar o nome do Presidente Bolsonaro à morte de Marielle ganhou um novo capitulo.
Enfim, veio a reação do governo no campo jurídico.

A guerra contra a desinformação da Rede Globo está definitivamente lançada.
Como era esperado, o Presidente revolveu agir juridicamente contra a emissora.


Considerando uma série de fatos elencados num despacho extremamente contundente, o Advogado-Geral da União André Mendonça determinou a instauração de procedimento para averiguação de eventuais crimes cometidos pela emissora contra a pessoa do presidente da República.

No despacho, o AGU enfatiza que ‘caluniar ou difamar o presidente da República’ é crime previsto na Lei de Segurança Nacional.



Outros crimes eventualmente praticados também deverão ser apurados no mesmo procedimento.

O resultado disso tudo, além da condenação criminal dos envolvidos, pode ser a cassação da concessão da Rede Globo.


Veja abaixo o despacho da AGU:

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Sergio Moro, é a personalidade pública em que os brasileiros mais confiam.

02:37 0
Sergio Moro, é a personalidade pública em que os brasileiros mais confiam.
Sérgio Moro / foto divulgação / Revista Veja

 Mais uma pesquisa da conhecida empresa tendenciosa Datafolha publicada neste domingo pelo Jornal "Folha de S. Paulo" mostra que o ministro da Justiça, Sergio Moro, é a personalidade pública em que os brasileiros mais confiam entre 12 figuras políticas avaliadas, entre elas o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e os ex-detento Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Os entrevistados disseram, em uma escala de 0 a 10, o nível de confiança que tinham em cada um dos 12 integrantes da lista. As notas até 5 são consideradas baixo índice de confiança, de 6 a 8, médio, e 9 e 10, alto. O Datafolha levou em conta as notas atribuídas pelos entrevistados que dizem conhecer a personalidade em questão.

Segundo o Datafolha, um terço (33%) dos entrevistados disse ter alta confiança em Moro, 23%, média confiança, e 42%, baixa confiança. O ex-presidente Lula vem em seguida, com 30% de confiança alta, 16% média e 53% baixa.

Na sequência, estão empatados na margem de erro Bolsonaro, com 22% de alta confiança, 22% média e 55% baixa, e Luciano Huck, com 21% de alta, 22% média e 55% baixa confiança.

Outros resultados de alta confiança:

  • Hamilton Mourão (PRTB): 12%
  • Ciro Gomes (PDT): 11%
  • Fernando Henrique Cardoso (PSDB): 10%
  • Marina Silva (Rede): 9%
  • João Doria (PSDB): 7%
  • Rodrigo Maia (DEM-RJ): 7%
  • Manuela D'Ávila (PCdoB): 7%
  • Davi Alcolumbre (DEM-AP): 3%
O Datafolha ouviu 2.948 pessoas em 5 e 6 de dezembro em 176 municípios de todas as regiões do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Bolsonaro cita Macron e Greta por omissão em queimadas na Austrália

12:33 0
 Bolsonaro cita Macron e Greta por omissão em queimadas na Austrália


O presidente Bolsonaro cita Macron e Greta por omissão em queimadas na Austrália.

Em sua primeira live do ano, o presidente Bolsonaro voltou a citar o presidente francês Emmanuel Macron e a jovem ativista Greta Thunberg.
"Agora tá pegando fogo é na Austrália, eu queria saber se o Macron falou alguma coisa até agora? Falou em colocar em dúvida a soberania da Austrália?"questionou.
O presidente também voltou a criticar a sueca Greta Thunberg, que foi chamada por ele de “menina pequenininha”  durante a transmissão ao vivo e ofereceu ajuda financeira por meio dos ministérios da Defesa e das Relações Exteriores.
"O pouco que temos estamos colocando para ajudar. Quando foi aqui, até pelo nosso tamanho, qualquer ajuda não é o suficiente, mas nos conforta, então o Brasil acabou de fazer o mesmo" destacou

Ao longo da transmissão, o presidente Bolsonaro também falou sobre o salário mínimo. Ele disse reconhecer que é difícil viver com o valor, mas que é preciso recuperar a economia para poder aumentar. O presidente ainda disse que pretende manter o turismo como prioridade do governo.




quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

A incongruência da política: Dizem que Bolsonaro é autoritário mas faz governo democrático

20:08 0
A incongruência da política: Dizem que Bolsonaro é autoritário mas faz governo democrático

O cientista polonês Adam Przeworski critica a ideia de que a democracia está morrendo e não aposta em colapso abrupto no Brasil.

Bolsonaro e Trump representantes da direita nas Américas / Foto divulgação / internet

PT é um partido socialdemocrata, com ranços autoritários não hegemônicos. Em quatro governos, o petismo tentou adotar pautas com o objetivo de concentrar poder e reduzir a força tanto do Ministério Público quanto da Imprensa. Entretanto, ante a resistência da sociedade civil e da sociedade política, os governos de Lula da Silva e Dilma Rousseff recuaram e não romperam com a democracia. Não houve nenhuma ruptura institucional. A direita radical equivoca-se quando afirma que o Partido dos Trabalhadores é comunista. Não é, nunca foi. Aproxima-se de um partido socialista — portanto, de esquerda —, mas não de matiz stalinista. E, sim, de caráter democrático.

Com o governo de Jair Bolsonaro, fala-se, mais uma vez, numa escalada autoritária. O discurso do presidente é autoritário, e de fato tentou aprovar medidas para reduzir a capacidade de sobreviver dos jornais, mas recuou. Quer dizer, ante a pressão da sociedade — e com as instituições funcionando —, Bolsonaro recua. Portanto, é possível falar num líder autoritário mas que faz um governo democrático.

Parte da imprensa não aprova Bolsonaro — e não surpreende que o jornalismo que cobre economia é mais favorável ao governo, porque o ministro da Economia, Paulo Guedes (um liberal híbrido; sim, porque liberal verdadeiro não aceitaria falar, em hipótese alguma, em AI-5. Ressalve-se que, no Chile, liberais ortodoxos apoiaram a ditadura cruenta de Augusto Pinochet) — e, por isso, está entrevistando pesquisadores de outros países, supostamente por serem independentes, que, mesmo com escassa informação do que realmente está ocorrendo no país, dão opiniões peremptórias e, às vezes, sem nuances. O que, claro, não faziam quando o PT estava no poder e, quando aqui e ali, tentava adotar medidas autoritárias e, inclusive, retiraram dinheiro do Erário brasileiro para “doar” à ditadura cubana e ao governo supostamente corrupto de Angola (fala-se da gestão de José Eduardo dos Santos).

Paulo Guedes e Bolsonaro / Foto divulgação 

Intelectuais do exterior costumam basear-se não exatamente na realidade local, em informações concentradas e cristalizadas — estribadas em dados —, e sim em informações que seus pares locais, com os quais têm conexões ideológicas, lhes repassam. Como o Brasil “precisa” de um “bandeirante” — talvez um “profeta” — e uma “bíblia” do exterior, dado o caráter provinciano de parte da imprensa (que ama dizer: “Deu na ‘The Economist’ ou deu no ‘New York Times’”). Fica-se com a impressão de que querem “puxar” 
Bolsonaro para a direita da direita da direita (um misto de reacionarismo político e fundamentalismo religioso) e, até inconscientemente, há uma torcida para que se torne mais autoritário do que é. Querem um golpe?

Num mundo conturbado — até perturbado —, com radicalismos que praticamente impedem a ponderação, o diálogo entre contrários, é crucial que direita e esquerda tenham viabilidade eleitoral — o que reduz a possibilidade de golpismo. Em 2018, por exemplo, a disputa eleitoral para presidente da República se deu entre a direita, com Jair Bolsonaro, e a esquerda, com Fernando Haddad (PT). Com espaço para chegar ao poder, as correntes radicalizadas da sociedade tendem a fazer opção pela democracia.

Na próxima eleição, em 2022 — daqui a dois anos e nove meses —, direita e esquerda certamente continuarão com alta viabilidade eleitoral. É possível que o centro apresente um candidato competitivo, mas será muito difícil expor uma ideia moderada e ser ouvido no meio de um confronto extremista e barulhento entre esquerdistas e direitistas. Se Bolsonaro for muito bem, com um reordenamento da economia — crescimento, mais empregos, aumento da renda dos indivíduos —, a tendência é que continue ocupando o espaço do centro na disputa contra a esquerda. A esquerda, se quiser derrotar Bolsonaro — que pode ter o ministro Sergio Moro como vice —, precisa atrair amplos setores do centro, como fez em 2002. Mas não será fácil. Um PT com Lula na linha de frente, com a imagem de presidiário — corrupto —afastará a classe média. Ou seja, se parte significativa de seu eleitorado está assentado na classe média, dificilmente o centro vai compor com o petismo. Pelo contrário, parte deve caminhar com Bolsonaro. A outra parte tende a bancar de um a dois candidatos — tipo João Doria, governador de São Paulo, e Luciano Huck, apresentador da TV Globo —, o que dividirá seus votos e pode repetir o cenário de 2018.

Professor Adam / Cecilia Bastos /Jornal da USP

Adam Przeworski 1940- ) é um professor de Ciência Política nascido na cidade de VarsóviaPolônia. Atualmente está vinculado ao Wilf Family Department of Politics da Universidade de Nova Iorque.










Ronaldo Caiado é o governador mais popular na internet, segundo levantamento

16:38 0
Ronaldo Caiado é o governador mais popular na internet, segundo levantamento




Ronaldo Caiado é o governador mais popular na internet, segundo levantamento


Segundo é Rui Costa, do PT. Dados mostram que polarização entre o Presidente Bolsonaro e o ex-detento Lula continua forte


Caiado  | Foto: Hegon Correa
De acordo com levantamento que analisa o desempenho de figuras públicas no Facebook, Instagram e Twitter, realizado pela Consultoria Quaest, Ronaldo Caiado (DEM) é o governador mais popular nas redes sociais. O estudo leva em consideração a fama (número de seguidores), engajamento (comentários nas postagens), mobilização (compartilhamentos), valência (reações positivas e negativas) e presença (em quantas redes sociais a figura tem atividades).

De acordo com o comparativo, a popularidade tem relação com o apoio dos governadores ao presidente da República, Jair Bolsonaro. Uma comprovação disso é que João Dória, gestor do Estado de São Paulo. Ele aparecia em 1º lugar em junho, com 61 pontos e caiu drásticos 40 pontos em dois meses, quando alcançou 39 pontos. O período coincide com o afastamento de Dória e Bolsonaro.

O mesmo ocorreu com Wilson Witzel, do Rio de Janeiro. Em agosto ele foi o mais popular dentre os governadores no mês de agosto e chegou a ser cotado para a presidência nas eleições de 2022. Após passar a ser alvo de críticas de Bolsonaro, Witzel parou em 9ª posição em novembro.

Rui Costa (PT), da Bahia, é o segundo mais popular, de acordo com o levantamento, embora seja aliado do ex-detento Lula. Isso demonstra que existe muita polaridade no campo político, comprovando a força que os dois líderes, o Presidente  Bolsonaro e o ex-detento Lula ainda exercem na opnião pública.
Um modelo estatístico, então, pondera e calcula a importância de cada dimensão.
O presidente Bolsonaro e o ex-detento Lula tiveram um movimento semelhante de sobe/desce na popularidade individual nos últimos meses —ainda que o atual presidente esteja sempre consideravelmente à frente do petista.
Os dois registraram crescimento na popularidade digital em junho e em setembro. E ambos caíram em julho e em novembro, variações descoladas da de outros personagens públicos como Luciano.


terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Bolsonaro assina decreto e mínimo será de R$ 1.039 em 2020

22:50 0
Bolsonaro assina decreto e mínimo será de R$ 1.039 em 2020
Foto divulgação / Internet

Bolsonaro assina decreto e mínimo será de R$ 1.039 em 2020

O valor será de R$ 1.039, oito reais acima do valor aprovado pelo Congresso no orçamento, que era R$ 1.031

O presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) assinou nesta terça-feira (31) o decreto de reajuste do salário mínimo. 

O valor será de R$ 1.039, oito reais acima do valor aprovado pelo Congresso no orçamento, que era R$ 1.031. A previsão do INPC ficou acima do embutido na proposta orçamentária, resultando em um reajuste um pouco maior do que o aprovado pelo Legislativo. 

Adecisão foi tomada após reunião com o ministro da Secretaria-Geral, Jorge Oliveira, no Palácio da Alvorada. O salário entrará em vigor em 1º de janeiro. 

A Secretaria de Comunicação da Presidência divulgou uma nota sobre a edição da medida. 

"O Senhor Presidente da República editou Medida Provisória que fixa o salário-mínimo no país, a partir do dia 1º.1.2020, no valor de R$ 1.039,00. O valor ora proposto parte da aplicação da variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC, no período de janeiro a dezembro de 2019, divulgado pelo BACEN em 30.12.2019. A medida atende, assim, ao mandamento constitucional do art. 7º, IV, que estabelece como direito dos trabalhadores urbanos e rurais salário mínimo fixado em lei", diz um trecho do texto.

O novo valor para o próximo ano terá um reajuste de 4,1% em relação ao mínimo de 2019, de R$ 998. O INPC efetivo de 2020 será divulgado pelo IBGE de 2020 no dia 10 de janeiro.






domingo, 29 de dezembro de 2019

Registros para porte de armas aumentam 48% em 2019

01:40 0
Registros para porte de armas aumentam 48% em 2019


Aumentou o registro de armas de fogo / foto divulgação / internet


Números de armas de fogo registrados em 2019 são as maiores em duas décadas. 


Os registros para posse de arma de fogo no Brasil aumentaram 48% durante os primeiros 11 meses da presidência de Jair Bolsonaro, informou o diário Folha de S.Paulo nesta sexta-feira (27/12). O volume de novos cadastros passou de 47,6 mil em 2018, para 70,8 mil de janeiro até novembro deste ano, batendo o recorde pelo menos desde 1997, dado mais antigo obtido pelo jornal.

O levantamento trata da permissão para posse de armas mantidas em casa ou no comércio: os brasileiros que têm este tipo de autorização não podem andar armados nas ruas. Registros de armas para caçadores, atiradores e colecionadores, concedidos pelo Exército brasileiro também aumentaram 8%, passando de cerca de 60 mil, em 2018, para 65 mil nos 11 meses de 2019.

A liberalização da posse e porte foi uma das principais promessas de campanha presidencial de Jair Bolsonaro, eleito em outubro de 2018. Nas redes sociais, o político de direita alega:

"O que torna uma arma nociva depende 100% das intenções de quem a possui. Defendo a liberdade, com critérios, para cidadãos que querem se proteger e proteger suas família"

Em seu primeiro ano de mandato, o chefe de Estado publicou oito decretos flexibilizando a posse e porte de armas, mas teve que recuar na maioria das vezes porque as medidas desencadearam um fervor na esquerda, aonde levou aumentou as controvérsias e contestações judiciais, com opositores argumentando que o maior número de armas só agravaria a violência, num país com elevada taxa de homicídios.

Com tudo o número de homicídios caiu 22% em todo o país durante o primeiro semestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2018. A informação foi divulgada no Dia 14 de Outubro , em Brasília, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Em outubro havia 1.013.139 registros ativos no país, apenas no sistema mantido pela Polícia Federal, que se ocupa da posse de armas mantidas em casa e no comércio. Em 2018, o Fórum de Segurança Pública, organização não governamental, que recolhe dados sobre crimes no país, estimou que 57.341 pessoas foram assassinadas no Brasil. Diz Folha de S.Paulo.

Porém dados levantados por essa redação (Segue Brasil News), o aumento da procura de registros de armas de fogo, foi gradativa nós últimos anos, não ficando a cargo do governo de Jair Bolsonaro.

O número de registros de arma de fogo para pessoas físicas realizados pela Polícia Federal quintuplicou nos últimos dez anos. Segundo dados, emitidos pelo Instituto Sou da Paz por meio da Lei de Acesso a Informação, mostram que, no período de 2008 a 2017, a quantidade de armas registradas saltou de 6.260 para 33.03

No período, os dados mostram um forte aumento no número de registros principalmente a partir de 2013, quando 19.476 armas foram documentadas. Em 2014, a quantidade subiu para 24.204; em 2015, 36.303; em 2016, 32.552; e em 2017, 33.031.


'A gente (SBN), acredita que isso está bastante relacionado tanto a uma sensação de insegurança das pessoas e uma dificuldade de ver respostas efetivas do Estado'


sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Projeto que obrigava SUS a garantir sangue e remédio a pacientes é vetado

12:20 0
Projeto que obrigava SUS a garantir sangue e remédio a pacientes é vetado
Foto montagem da internet

O presidente Jair Bolsonaro vetou integralmente um projeto de lei aprovado pelo Congresso que determinava que o SUS fornecesse sangue, hemoderivados e medicamentos para pacientes, diz o Estadão.


“A proposta original do autor do projeto, o ex-governador Marconi Perillo (PSDB-GO), era garantir o tratamento de pacientes portadores de coagulopatias congênitas (hemofilias), mas o texto sofreu alterações durante a tramitação no Senado, e a redação aprovada acabou estendendo a garantia para todos os pacientes do SUS”, segundo o jornal.


Segundo a assessoria de imprensa da Presidência da República, o presidente Bolsonaro decidiu barrar o projeto após analisar manifestações de “ordem técnica e jurídica”. O texto traria alterações em lei que regulamenta a coleta, processamento e distribuição do sangue e derivados.

De acordo com o governo, o projeto criava uma obrigação ao Executivo e gerava despesa obrigatória ao poder público, sem definir uma fonte de custeio específica para arcar com a implantação da medida, nem informar o impacto financeiro dela, o que viola a Constituição.

Segundo o jornal, o veto será publicado na edição do Diário Oficial da União desta sexta-feira, 27. O Congresso ainda pode derrubar a decisão de Bolsonaro.



terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Quem diria, Thiago Lacerda, que comparou Bolsonaro a Hitler, é detido por posse e uso de DROGAS

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Quem diria, Thiago Lacerda, que comparou Bolsonaro a Hitler, é detido por posse e uso de DROGAS

O ator Thiago Lacerda que acostuma usar suas redes sociais  para declarar suas posições ideológicas. O artista publicou uma foto em seu Instagram, e comparou o presidente Jair Bolsonaro ao ditador Adolf Hitler.



Na última sexta-feira (20), o ator global Thiago Lacerda foi detido e encaminhado para a 14ª Delegacia de Polícia do Rio de Janeiro por posse e uso de drogas, em pleno Leblon, no Rio de Janeiro.
O cheiro forte da maconha despertou a atenção dos policiais que faziam ronda na região.
Em revista ao carro do ator, a polícia encontrou supostamente a droga.
Thiago Lacerda foi conduzido até a delegacia onde ficou detido por alguns momentos, até ser liberado, após a lavratura de um boletim de ocorrência.
De acordo com a Polícia Civil, Thiago estava na Rua Mario Ribeiro, no bairro do Leblon, quando foi parado em uma operação:
"Quando em operação na área III na Rua Mario Ribeiro, polícias teve a atenção voltada para um veículo onde o mesmo exalava um forte cheiro de entorpecente, ao fazer a abordagem foi constatado que o motorista se tratava de Thiago Ribeiro Lacerda (ator), sendo encontrado pequena quantidade de material entorpecente com o mesmo, o qual foi encaminhado a 14 DP para medidas cabíveis".
Vale lembrar que esse ator, está longe de ser um cidadão “exemplar”; Agora parece óbvio o motivo pelo qual o ator não gosta de Bolsonaro.
Reportagem do Fala Brasil, assistam.


Redação Segue Brasil News.

#Bolsonaro #Maconha

Zé Neto e Cristiano, após mencionar Bolsonaro: "Recebemos ameaças de morte"

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Zé Neto e Cristiano, após mencionar Bolsonaro: "Recebemos ameaças de morte"

Foto reprodução.
Os cantores sertanejos  Zé Neto e Cristiano,em entrevista ao colunista Leo Dias da UOl, dizem ter aprendido a resguardar um pouco suas opiniões pessoais após terem sofrido ameaças de morte por causa de um vídeo dedicado ao presidente Jair Bolsonaro (PSL). 
"Eu ouvi do Edson [da dupla com Hudson] que artista não pode ter partido, religião nem torcer para time de futebol. Poxa, isso é muito chato."afirma Cristiano.
 A dupla se disse assustada com a repercussão que o vídeo teve na época. 
"Foi algo que deixou a gente bem mal. Ver o ódio das pessoas, sabe?", diz Zé Neto,
que critica o campo minado que se tornaram as redes sociais.
"A internet, hoje, está um saco. Você não pode falar mais nada, não pode fazer nada. Eu costumo dizer que, hoje em dia, tem muitos juízes e poucos advogados, poucas pessoas com amor no coração para compreender. Ninguém vai a seu favor."


Veja entrevista completa.




Fonte UOL

#ZéNetoeCristiano  #Bolsonaro