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quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

O trem Bolsonaro! Joice, Doria e Witzel; Despencam em popularidade após embates com Bolsonaros

22:38 0
O trem Bolsonaro! Joice, Doria e Witzel; Despencam em popularidade após embates com Bolsonaros
Foto montagem / Segue Brasil News.

Joice, Doria e Witzel despencam em popularidade digital após embates com Bolsonaro.


Entrar em choque com o Presidente Jair Bolsonaro parece ser fatal, ao menos nas redes sociais. A deputada Joice Hasselmann (PSL) e os governadores João Doria (PSDB-SP) e Wilson Witzel (PSC-RJ) são grandes exemplos disso, aponta índice de popularidade digital, feito pela consultoria Quaest.

A empresa analisa o desempenho digital de figuras públicas no Facebook, Instagram e Twitter. Enquanto eram aliados a Bolsonaro, Joice, Doria e Witzel chegaram a ser líderes no índice em seus grupos (deputados federais e governadores, respectivamente). Após o rompimento com o Presidente, ambos despencaram no levantamento.
“A rede montada organicamente pela família Bolsonaro, entre 2014 e 2018, faz com que eles tenham alta capacidade de mobilização e engajamento. Rompimentos políticos com eles têm sido traduzidos, nas redes, em retração da influência digital”, afirma Felipe Nunes, diretor da Quaest.

“Geralmente perde quem bate de frente com eles, pois eles deixam de ter o apoio digital da rede montada pelo clã Bolsonarista e que tem grande capilaridade nacional”, completou.

Além disso, Joice, Doria e Witzel passaram a ser criticados abertamente na rede por pessoas próximas ao presidente, como seu filho Eduardo entre outros.

Ferrenha apoiadora de Bolsonaro na campanha eleitoral e líder do governo na Câmara, Joice dividia a liderança de popularidade digital entre deputados federais paulistas com o então aliado Eduardo Bolsonaro.

Próximo ao meio do ano, porém, ela se aproximou do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que tem buscado se distanciar do presidente (ainda que o tucano tenha sido eleito surfando na onda Bolsonaro e pregando o voto “Bolsodoria”).

Em setembro, Presidente Bolsonaro criticou a sua então líder do governo na Câmara, em entrevista à Folha. “Joice está com um pé em cada canoa”, disse Presidente Bolsonaro.

Naquele mês, Joice teve queda de 13% no índice de popularidade feito pela consultoria —ela vinha crescendo desde junho. Os embates entre Joice, Bolsonaro e lideres do PSL seguiram, e o índice da deputada não parou de cair, chegando em novembro ao patamar mais baixo do ano.

Doria também perdeu popularidade digital após começar a se distanciar do presidente. O tucano chegou a ser o governador com a maior popularidade, em 1º de junho, mas teve queda de quase 40% no índice dois meses depois (foi de 61 para 39 pontos, em escala que vai a 100).

A queda coincide com o momento que o tucano passou a atacar (criticas) ao governo, aonde ficou mais claro o seu distanciamento em relação ao Presidente Bolsonaro. Em junho, Doria defendeu publicamente ser contra alinhamento automático com Presidente Bolsonaro.

Movimento semelhante aconteceu com o governador fluminense, Wilson Witzel. Em, agosto e setembro, ele foi o gestor estadual com melhor popularidade nas redes sociais, segundo o índice.

Witzel também se elegeu "surfando na onda Bolsonaro" jurando apoio ao o então candidato Bolsonaro e manteve alinhamento até meados deste ano. Em setembro, porém, passou a se colocar enfaticamente como possível candidato a presidente em 2022.

Após esse movimento, Witzel passou também a ser criticado por Bolsonaro e seu entorno. O presidente tem dito que Witzel trama contra sua família e o governo, Witzel, então, desabou no índice de popularidade digital, ficando em novembro apenas como o 9º lugar entre os governadores com maior popularidade.

A liderança parece ter relação com a polarização em âmbito nacional. O primeiro colocado entre os governadores é Ronaldo Caiado (DEM-GO), um grande defensor do Presidente Bolsonaro.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Comissão aprova proposta de prisão a quem deixar de vacinar crianças.

11:50 0
Comissão aprova proposta de prisão a quem deixar de vacinar crianças.

Incorre na mesma pena quem divulgar, propagar e disseminar, por qualquer meio, notícias falsas sobre as vacinas.



A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3842/19 (Click e veja na íntegra), que prevê pena de detenção de um mês a um ano para quem deixar de vacinar criança ou adolescente.

A proposta acrescenta ao Código Penal o crime de de "omissão e oposição à vacinação", assim descrito: omitir-se ou opor-se, sem justa causa fundamentada, à aplicação das vacinas previstas nos programas públicos de imunização em criança ou adolescente submetido ao seu poder familiar, ou tutelado. 

Quanto à pena, além da detenção de um mês a um ano, há uma multa.
Na primeira fase, a campanha focou a vacinação de crianças de 6 meses a 4 anos, que têm mais riscos de complicações.

O deputado Westphalen  também protocolou outra medida que determina que o trabalhador terá de comprovar que está com as vacinas em dia ao ser contratado por um empregador.

Conforme o texto aprovado, incorre na mesma pena quem divulgar, propagar e disseminar, por qualquer meio, notícias falsas sobre as vacinas componentes de programas públicos de imunização.

Claudio Andrade/Câmara dos Deputados.

Pedro Westphalen defende a relativização de direitos em prol do bem comum.

A proposta foi aprovada na forma do substitutivo apresentado pelo relator, deputado Pedro Westphalen (PP-RS), ao texto original da deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) e um outro projeto que tramita em conjunto.
“A vida em sociedade exige, certamente, a relativização de direitos por todos, em prol do interesse público, do bem comum, e a vacinação pode ser considerada uma situação paradigma”, disse Pedro Westphalen.

O relator ainda diz reconhecer os direitos invioláveis do indivíduo. 
“Por um lado, temos o direito individual na decisão sobre o que acontece com o nosso corpo, que é inviolável, como reconhece a Constituição. Por outro lado, a vida em sociedade exige a restrição de direitos individuais e sabemos que nenhum direito é absoluto”, continuou o relator.

Além de promover ajustes na proposta original, o substitutivo torna a multa obrigatória. Em vez de detenção ou multa, a pena passou a ser de detenção e multa.

deputado também disse que achou importante a inclusão do combate às fake news, já  que as  desinformaçãos sobre a vacina tem sido apontada como um dos fatores para a queda da cobertura vacinal de alguns imunizantes no Brasil e no mundo, o que trouxe de volta surtos de doenças até então controladas, como o sarampo.

 Essa mesma preocupação já fez a Organização Mundial da Saúde (OMS) convocar gigantes de tecnologia, como o Facebook e o YouTube, para participar de uma reunião com técnicos do órgão para buscar soluções para a disseminação de fake news sobre o tema.

Tramitação
O projeto ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois seguirá para o Plenário.



terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Funcionários da Globo planejam protesto em janeiro em SP.

02:34 0
Funcionários da Globo planejam protesto em janeiro em SP.



Está circulando nas redes sociais e grupos de mensagem de funcionários da Globo uma convocação para ato de protesto na emissora em Janeiro, em São Paulo.
O ato seria contra mudanças em planos de saúde, demissões e cortes feitos e ou anunciados pela emissora.
Jornalistas, especialmente, vêm protestando contra as mudanças no regime de contratação e nos planos de saúde.
A Globo e o diretor de Jornalismo da emissora, Ali Kamel, responderam a algumas dessas cobranças. Segundo ele, os cortes, que ele classificou como
 "Ajustes necessários, embora dolorosos", buscam adaptar o orçamento especificamente da TV Globo às necessidades atuais. O executivo buscou transmitir a ideia de que são coisas separadas - o "Uma Só Globo" 
Por meio da CGCom, a emissora em nota, negou que os funcionários serão prejudicados, ou que eventuais mudanças nos planos irão afetar ou interromper tratamentos —um dos temores internos (leia íntegra da nota abaixo).

"Os funcionários da TV Globo vão fazer história! No dia 10/01/2020 faremos uma paralisação geral. Fecharemos as duas entradas da TV Globo São Paulo para reivindicar nossos direitos."
Esta é uma das mensagens obtidas pela coluna que têm sido veiculadas em grupos de mensagens de trabalhadores da Globo.
Segundo fontes sindicais ouvidas pela coluna, há dois grupos de insatisfeitos com a emissora:
aqueles que querem discutir apenas as mudanças nos planos de saúde; e os que reivindicam, além disso, a reabertura da convenção coletiva —que eles afirmam que a emissora vem travando desde 2018.

Versão da CGCOM

Procuradap coluna, a CGCom enviou nota negando que as mudanças contratuais em planos de saúde irão prejudicar funcionários ou causar interrupção ou mudança em tratamentos.
"Não haverá interrupção de tratamentos. O que acontece é que a Globo, como parte dos processos de busca de eficiência e evolução constante, dedicou os últimos 12 meses a estudar os pacotes de benefícios oferecidos pelas grandes empresas.
E, em linha com as melhores práticas do mercado, fez alguns ajustes no seu plano de saúde para continuar oferecendo uma das mais abrangentes coberturas.
A Globo está segura de ter chegado num modelo que resguarda o cuidado que historicamente tem com seus funcionários e familiares. CGcom - Central Globo de Comunicação."

Fonte: Coluna

#Globo #Manifestacao #Jonalistas

Quem diria, Thiago Lacerda, que comparou Bolsonaro a Hitler, é detido por posse e uso de DROGAS

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Quem diria, Thiago Lacerda, que comparou Bolsonaro a Hitler, é detido por posse e uso de DROGAS

O ator Thiago Lacerda que acostuma usar suas redes sociais  para declarar suas posições ideológicas. O artista publicou uma foto em seu Instagram, e comparou o presidente Jair Bolsonaro ao ditador Adolf Hitler.



Na última sexta-feira (20), o ator global Thiago Lacerda foi detido e encaminhado para a 14ª Delegacia de Polícia do Rio de Janeiro por posse e uso de drogas, em pleno Leblon, no Rio de Janeiro.
O cheiro forte da maconha despertou a atenção dos policiais que faziam ronda na região.
Em revista ao carro do ator, a polícia encontrou supostamente a droga.
Thiago Lacerda foi conduzido até a delegacia onde ficou detido por alguns momentos, até ser liberado, após a lavratura de um boletim de ocorrência.
De acordo com a Polícia Civil, Thiago estava na Rua Mario Ribeiro, no bairro do Leblon, quando foi parado em uma operação:
"Quando em operação na área III na Rua Mario Ribeiro, polícias teve a atenção voltada para um veículo onde o mesmo exalava um forte cheiro de entorpecente, ao fazer a abordagem foi constatado que o motorista se tratava de Thiago Ribeiro Lacerda (ator), sendo encontrado pequena quantidade de material entorpecente com o mesmo, o qual foi encaminhado a 14 DP para medidas cabíveis".
Vale lembrar que esse ator, está longe de ser um cidadão “exemplar”; Agora parece óbvio o motivo pelo qual o ator não gosta de Bolsonaro.
Reportagem do Fala Brasil, assistam.


Redação Segue Brasil News.

#Bolsonaro #Maconha

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Fies exigirá 400 pontos na redação do Exame Nacional do Ensino Médio

14:35 0
Fies exigirá 400 pontos na redação do Exame Nacional do Ensino Médio

Até agora, bastava não tirar zero para ter direito ao financiamento

O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) passará a exigir nota mínima de 400 pontos na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Esta foi uma das mudanças aprovadas pelo Comitê Gestor do Fies. Além disso, a partir de 2021, o programa poderá ter uma redução na oferta de vagas financiadas pelo governo federal.


Até então, não havia a exigência de uma nota mínima na redação do Enem, era necessário apenas não ter zerado a prova, mesmo critério usado para seleção de estudantes para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferta vagas em universidades públicas, e para o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior.
Agora, além da nota mínima na redação, continua valendo a regra de nota média mínima de 450 pontos nas provas objetivas do Enem. Ficou também mais difícil mudar de curso dentro da instituição de ensino. Agora, para serem transferidos, os estudantes beneficiados pelo Fies precisam ter resultado igual ou superior à nota de corte do curso de destino desejado.
De acordo com o Ministério da Educação (MEC), as mudanças foram feitas para garantir “a meritocracia como base para formar profissionais ainda mais qualificados”.

Redução de vagas

O comitê gestor aprovou também a possibilidade de redução das vagas mantidas pelo governo federal, ofertadas aos estudantes em condições socioeconômicas mais vulneráveis. As vagas poderão passar de 100 mil em 2020 para 54 mil em 2021 e 2022, caso não haja alteração nos parâmetros econômicos atuais. Segundo a pasta da Educação, os valores serão revistos a cada ano, “podendo voltar a 100 mil vagas caso haja alteração nessas variáveis ou aportes do MEC”.
Por outro lado, o comitê flexibilizou as regras do P-Fies, modalidade mantida por fundos constitucionais e de desenvolvimento e por bancos privados. Agora, para contratar essa modalidade, não será mais preciso ter feito o Enem e não há mais limite de renda. Além disso, será possível contratar esse financiamento durante todo o ano e não mais apenas nos processos seletivos do Fies.
O Fies oferece financiamento a estudantes de baixa renda em instituições particulares de ensino, a juros mais baixos que os de mercado. O programa, que chegou a firmar, em 2014 mais de 732 mil contratos, sofreu uma série de mudanças e enxugamentos. O programa foi dividido, em 2018 em Fies juro zero e P-Fies.
O Fies juro zero, financiado pelo governo federal, é voltado para alunos cuja renda familiar bruta mensal por pessoa não ultrapasse três salários mínimos. Já o P-Fies, que deixa de ter limitações, era voltado para estudantes cuja renda familiar bruta mensal por pessoa não excedesse cinco salários mínimos.

Inadimplência

Um dos principais motivos para as mudanças feitas nas regras do Fies, de acordo com gestões anteriores do MEC, é a alta inadimplência no programa, ou seja, estudantes que contratam o financiamento e não quitam as dívidas. O percentual de inadimplência registrado pelo programa chegou a atingir 50,1% de acordo com dados do MEC. Em 2016, o ônus fiscal do Fies foi de R$ 32 bilhões, valor 15 vezes superior ao custo apresentado em 2011.
O comitê gestor aprovou agora a possibilidade de cobrança judicial dos valores devidos. A judicialização poderá ser feita no caso dos contratos firmados até o segundo semestre de 2017 com dívida mínima de R$ 10 mil. O ajuizamento deverá ser feito após 360 dias de inadimplência na fase de amortização, ou seja, do pagamento em parcelas dos débitos.
Hoje, segundo a pasta, a cobrança de quaisquer valores é feita no âmbito administrativo. Pela resolução aprovada pelo comitê, só continua a se enquadrar nesse campo quem deve menos de R$ 10 mil. O devedor e os fiadores poderão ser acionados.
As medidas não foram bem aceitas por instituições de ensino privadas. Para o diretor executivo da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes), Sólon Caldas, as mudanças “vão acabar de enterrar o programa”. Ele defende um modelo novo, que atenda à necessidade da sociedade e acrescenta: "O Fies precisa ser visto pelo governo como investimento na educação.”
De acordo com Caldas, os estudantes que cumprem os critérios socioeconômicos exigidos pelo Fies juro zero geralmente não atendem aos critérios de nota, gerando um “gargalo no programa”. Ele diz ainda que o P-Fies, contratado junto aos bancos, "não resolve o problema".
Material original produzido pelo portal: Agência Brasil EBC, e copilado por esse portal.
Fonte original: http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2019-12/fies-exigira-400-pontos-na-redacao-do-exame-nacional-do-ensino-medio.

MPF denuncia presidente da OAB por chamar Moro de ‘chefe de quadrilha’.

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MPF denuncia presidente da OAB por chamar Moro de ‘chefe de quadrilha’.

Após a repercussão da fala, Felipe Santa Cruz emitiu nota oficial afirmando que sua declaração se tratava de uma crítica "jurídica e institucional"

O presidente da OAB, Felipe Santa Cruz. Foto: Nilton Fukuda / Estadão



O MPF denunciou hoje (19) o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, pelo crime de calúnia. Na ação, o procurador  Wellington Divino Marques de Oliveira, responsável pelo caso, pede o afastamento de Santa Cruz do cargo. 
Segundo o MPF, o presidente da OAB caluniou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, durante uma entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, em julho deste ano, quando afirmou que Moro “usa o cargo, aniquila a independência da Polícia Federal e ainda banca o chefe da quadrilha ao dizer que sabe das conversas de autoridades que não são investigadas”. 
Na denúncia apresentada à Justiça Federal no Distrito Federal, Marques de Oliveira afirma que Santa Cruz tem conduta "não condizente ao cargo".
"O atual presidente, Felipe Santa Cruz, utiliza o manto de uma das principais instituições no Estado Democrático brasileiro para agir como militante político e impor sua visão política pessoal ao arrepio dos deveres institucionais da OAB", disse o procurador. 

Defesa

Em nota, o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, disse que a defesa de Santa Cruz recebeu a notícia da denúncia e do pedido de afastamento "com perplexidade e indignação". Kakay também disse que vai entrar com uma ação de abuso de autoridade no Conselho Nacional do Ministério Público contra o procurador autor da ação. 
"Com todo o respeito que devotamos à instituição do Ministério Público Federal, tal postura é um atentado à liberdade de expressão, de crítica e fragiliza o ambiente democrático, que deve ser a regra num país livre, maduro e com as instituições fortalecidas", afirmou.
Em nota,  o ministro Sergio Moro disse que espera "que a Justiça seja feita e que a ação por calúnia demova o Presidente da OAB de persistir com ofensas gratuitas às autoridades públicas”.
Fonte: Agência Brasil EBC