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terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Bolsonaro diz que há brecha para corrigir salário mínimo pela inflação.

10:12 0
Bolsonaro diz que há brecha para corrigir salário mínimo pela inflação.

Presidente Bolsonaro diz que há brecha para corrigir salário mínimo pela inflação


Presidente falou na saída do Alvorada que vai conversar sobre o tema com o ministro da Economia, Paulo Guedes, na tarde desta terça. Ministério afirmou que, se o presidente autorizar, valor vai a R$1.045.

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (14) que o governo vê uma brecha para reajustar o salário mínimo pelo menos no mesmo índice da inflação de 2019.


Inicialmente, o governo fixou o salário mínimo para 2020 no valor de R$ 1.039, o que representou um reajuste de 4,1%. O aumento ficou abaixo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que registrou alta de 4,48% em 2019.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que vai se reunir na tarde desta 3ª feira (14.jan.2020) com o ministro Paulo Guedes (Economia) para discutir sobre a defasagem do salário mínimo e tentar corrigi-lo de acordo com a inflação. O piso foi fixado em R$ 1.039,00 –num aumento de 4,1%. No entanto, o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), índice usado como base para o reajuste, fechou o ano em 4,48%.

O presidente afirmou que vai ter uma conversa na parte da tarde com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para discutir o tema.

"Vou me reunir com o Paulo Guedes agora à tarde. Eu acho que tem brecha para a gente atender. É porque a inflação de dezembro foi atípica, por causa do preço da carne. Então vai ser duas da tarde, tenho um despacho com o Paulo Guedes para decidir esse assunto", disse Bolsonaro a jornalistas na saída da residência oficial do Palácio da Alvorada.

Questionado sobre quando seriam apresentadas as reformas tributária e administrativa, presidente Bolsonaro disse que vai 

“falar com ele Guedes de novo”. Acrescentou que sua “ideia” é “fazer da melhor forma possível para que possa ser aprovada –e sem muito atrito”.

Roberson / Segue Brasil News

Bolsonaro diz que governo quer dar transparência às despesas públicas.

09:45 0
Bolsonaro diz que governo quer dar transparência às despesas públicas.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na noite de hoje (13), em publicação no Twitter, que tem determinado aos ministros que “fortaleçam a transparência em defesa do interesse público e combate à corrupção”. O presidente destacou que o governo publicou, em dados abertos, a remuneração dos servidores aposentados e os pagamentos aos pensionistas do Poder Executivo.

Segundo presidente Bolsonaro, o Portal da Transparência também passou a divulgar os gastos com o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que tem 4,8 milhões de beneficiários e somaram R$ 41,5 bilhões de janeiro a setembro de 2019.

O presidente também destacou o lançamento, em 2019, de dois painéis eletrônicos com informações relacionadas ao pagamento de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e do programa Bolsa Família.

“Ressalto que o nosso governo tem o compromisso de apurar e sanar quaisquer irregularidades detectadas ou denunciadas e, acima de tudo, dar transparência às despesas públicas com o intuito de engajar nossa sociedade na fiscalização contínua dos recursos públicos”, escreveu presidente Bolsonaro no Twitter.

Fonte: Agência Brasil/Segue Brasil News

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Bolsonaro defende mais engarrafadoras de gás para reduzir preço.

18:38 0
Bolsonaro defende mais engarrafadoras de gás para reduzir preço.

Bolsonaro defende mais engarrafadoras de gás para reduzir preço.

O presidente Jair Bolsonaro determinou hoje (10) que sejam feitos estudos, com urgência, para analisar a possibilidade de ampliação do número de empresas especializadas em encher botijões de gás, as chamadas engarrafadoras. Segundo ele, com poucas dessas empresas no país, o custo de transporte faz aumentar o preço do produto.
"Como alternativa determinei estudar (urgente) a possibilidade criar locais especializados para se encher botijões de gás. No Brasil existem poucas engarrafadoras. O botijão 'anda' centenas de quilômetros para ser enchido e, depois, mais uma centena até o consumidor", 
escreveu o presidente em um publicação na sua conta oficial no Twitter. "Com dezenas de centrais nos estados e mais empresas, essa verdadeira viagem do botijão deixaria de existir, teríamos mais competição e o preço cairia", acrescentou Bolsonaro.

O último reajuste do gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha, foi feito em dezembro pela Petrobras, e, com isso, o produto ficou, em média, 5% mais caro para as distribuidoras. O valor final do gás para o consumidor depende do repasse feito pelas distribuidoras, mas, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do botijão de 13 quilos era de R$ 69,11 em novembro do ano passado.



O presidente Bolsonaro está desde ontem (9) em uma unidade militar no Guarujá, litoral de São Paulo, onde permanecerá até a próxima terça-feira (14), para completar seu período de descanso. Na semana passada, antes do réveillon, ele antecipou o retorno a Brasília após ficar quatro dias na Bahia, onde pretendia passar o feriado de ano-novo descansando na base naval de Aratu, no subúrbio de Salvador.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Sergio Moro, é a personalidade pública em que os brasileiros mais confiam.

02:37 0
Sergio Moro, é a personalidade pública em que os brasileiros mais confiam.
Sérgio Moro / foto divulgação / Revista Veja

 Mais uma pesquisa da conhecida empresa tendenciosa Datafolha publicada neste domingo pelo Jornal "Folha de S. Paulo" mostra que o ministro da Justiça, Sergio Moro, é a personalidade pública em que os brasileiros mais confiam entre 12 figuras políticas avaliadas, entre elas o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e os ex-detento Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Os entrevistados disseram, em uma escala de 0 a 10, o nível de confiança que tinham em cada um dos 12 integrantes da lista. As notas até 5 são consideradas baixo índice de confiança, de 6 a 8, médio, e 9 e 10, alto. O Datafolha levou em conta as notas atribuídas pelos entrevistados que dizem conhecer a personalidade em questão.

Segundo o Datafolha, um terço (33%) dos entrevistados disse ter alta confiança em Moro, 23%, média confiança, e 42%, baixa confiança. O ex-presidente Lula vem em seguida, com 30% de confiança alta, 16% média e 53% baixa.

Na sequência, estão empatados na margem de erro Bolsonaro, com 22% de alta confiança, 22% média e 55% baixa, e Luciano Huck, com 21% de alta, 22% média e 55% baixa confiança.

Outros resultados de alta confiança:

  • Hamilton Mourão (PRTB): 12%
  • Ciro Gomes (PDT): 11%
  • Fernando Henrique Cardoso (PSDB): 10%
  • Marina Silva (Rede): 9%
  • João Doria (PSDB): 7%
  • Rodrigo Maia (DEM-RJ): 7%
  • Manuela D'Ávila (PCdoB): 7%
  • Davi Alcolumbre (DEM-AP): 3%
O Datafolha ouviu 2.948 pessoas em 5 e 6 de dezembro em 176 municípios de todas as regiões do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%.

domingo, 5 de janeiro de 2020

21:30 0
O ministro da Justiça e da Segurança Pública Sérgio Moro acumulou uma série de derrotas em votações de projetos de seu interesse na Câmara dos Deputados no decorrer do seu primeiro ano na Esplanada dos Ministérios. Embora continue sendo bem avaliado pela população em pesquisas de opinião, o antigo juiz da Lava Jato tem enfrentado dificuldade quando depende da classe política. A rejeição a alguns dos seus projetos em votações nominais chegou a 80%, segundo levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo.
Ministro Sérgio Moro.

O ministro sofreu reveses em votações sobre a manutenção do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) em sua pasta; no pedido de tramitação em regime de urgência para o projeto sobre abuso de autoridade; num destaque sobre os efeitos da condenação por abuso de autoridade; e num destaque sobre o juiz de garantias.
Os resultados passaram a ser mais duros para o ministro após junho, com a divulgação de transcrições duvidosas e não comprovadas de supostas mensagens trocadas com procuradores da Lava Jato, que colocaram em dúvida a sua atuação como juiz na operação. Algumas das maiores bancadas - como as do PL, Republicanos, PDT e MDB, que teve políticos investigados por Moro na Lava Jato - passaram de divididas a quase totalmente contrárias às pautas do ministro.
Além, disso, Moro perdeu, em duas ocasiões, o apoio integral do Cidadania e do Podemos - sigla que tenta encampar o discurso a favor da Lava Jato. Apenas o Novo foi integralmente a favor de Moro. Já o PC do B e PSOL são as únicas legendas que sempre votaram integralmente contra.
A primeira derrota nominal aconteceu na Câmara, em maio, e se repetiu na semana seguinte no Senado. Ao avaliar onde funcionaria a estrutura do Coaf, os deputados rejeitaram um destaque do Podemos para que o órgão ficasse dentro do ministério da Justiça, como desejava seu titular. Na votação, 228 deputados de um total de 438 votantes, discordaram do ministro e permitiram que a estrutura migrasse para o Ministério da Economia.
Na votação que deu caráter de urgência à proposta sobre abuso de autoridade, o revés para o ex-juiz foi de 342 a 83 - 80% dos deputados que votaram. Um destaque do PSL para excluir efeitos da condenação por abuso perdeu por 325 a 133, uma taxa de 70%. O texto-base foi aprovado em votação simbólica, ou seja, quando o voto individual não é registrado.
Enquanto perde apoio de políticos, Moro segue com 53% de aprovação da população, segundo pesquisa Datafolha divulgada no início de dezembro.
Autoria
A falta de valorização de projetos sobre os quais o Congresso já havia trabalhado é apontada por políticos como um dos motivos do mau desempenho na Câmara. Ministro da Justiça entre 2011 e 2016, José Eduardo Cardoso, conseguiu aprovar ao menos dois projetos voltados à área de segurança pública no primeiro ano no cargo. Um dos projetos alterou o Código de Processo Penal - tratando de prisões, medidas cautelares e liberdade - e o outro permitia a remição de parte da pena por estudo e trabalho. Ambas as propostas já estavam em tramitação havia anos no Congresso.
"Uma estratégia que utilizamos sempre que possível era valorizar o Congresso, porque isso facilita o diálogo", disse Cardozo ao Estado. "Não foi essa a estratégia que o Ministério da Justiça utilizou agora."
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), chegou a explicitar descontentamento com o fato de Moro ter apresentado novos projetos - em vez de encampar um já em tramitação. Em março, disse que o pacote anticrime era um "copia e cola" de plano que havia sido preparado em 2018 pelo hoje ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes - ele havia ocupado a cadeira de Moro entre 2016 e 2017.
O resultado da duplicação de projetos atingiu a proposta de criminalização do caixa 2 em eleições, ainda em tramitação. O projeto foi apensado no texto do deputado Mendes Thame (PV-SP), que foi juntado a outro, de Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), anexado a um terceiro, de Alexandre Silveira (PSD-MG), que, finalmente, foi inserido em um texto de Aécio Neves (PSDB-MG), alvo da Lava Jato.
Além disso, Moro também foi criticado por estimular aliados a colocarem três textos do pacote anticrime para tramitar no Senado em março, gerando desgaste com Maia, que havia sido criado um grupo de trabalho para avaliar a proposta.
Relevância
Procurado pelo jornal O Estado de S. Paulo, o Ministério da Justiça afirmou que a aprovação do principal texto do pacote anticrime, "ainda que com modificações, foi um passo relevante" no combate à corrupção, ao crime organizado e à criminalidade violenta. A pasta cita três pontos aprovados que foram sugeridos por Moro: a execução imediata da condenação do Tribunal do Júri, a vedação de progressão de regime para preso que é membro de facção criminosa e a vedação da saída temporária em caso de crime hediondo com morte. A nota menciona ainda a conversão em lei da MP que tratou da gestão de bens apreendidos como produtos de crimes relacionados ao tráfico de drogas. O ministério disse, ainda, que medidas de caráter executivo reduziram a criminalidade. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: O Estado de S. Paulo

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Bolsonaro cita Macron e Greta por omissão em queimadas na Austrália

12:33 0
 Bolsonaro cita Macron e Greta por omissão em queimadas na Austrália


O presidente Bolsonaro cita Macron e Greta por omissão em queimadas na Austrália.

Em sua primeira live do ano, o presidente Bolsonaro voltou a citar o presidente francês Emmanuel Macron e a jovem ativista Greta Thunberg.
"Agora tá pegando fogo é na Austrália, eu queria saber se o Macron falou alguma coisa até agora? Falou em colocar em dúvida a soberania da Austrália?"questionou.
O presidente também voltou a criticar a sueca Greta Thunberg, que foi chamada por ele de “menina pequenininha”  durante a transmissão ao vivo e ofereceu ajuda financeira por meio dos ministérios da Defesa e das Relações Exteriores.
"O pouco que temos estamos colocando para ajudar. Quando foi aqui, até pelo nosso tamanho, qualquer ajuda não é o suficiente, mas nos conforta, então o Brasil acabou de fazer o mesmo" destacou

Ao longo da transmissão, o presidente Bolsonaro também falou sobre o salário mínimo. Ele disse reconhecer que é difícil viver com o valor, mas que é preciso recuperar a economia para poder aumentar. O presidente ainda disse que pretende manter o turismo como prioridade do governo.




Em vídeo, Frota se veste de palhaço e xinga Carlos, Eduardo e Bolsonaro.

10:04 0
Em vídeo, Frota se veste de palhaço e xinga Carlos, Eduardo e Bolsonaro.


O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) postou um vídeo em suas redes sociais na tarde de (14/11/2019) em que provoca com palavrões e xingamentos Carlos, Eduardo e o presidente Bolsonaro, ainda chamou o governo federal de “governo da suruba”.




Frota, que surfou na onda Bolsonaro, após não ter ganhado cargo do Presidente, se revoltou, e agora tem como objetivo de seu mandato (segundo ele) promover o impeachment do governo Bolsonaro. 

No material divulgado, Frota, como um clone de palhaço, ataca Carlos Bolsonaro e diz que ele saiu das redes sociais por medo da CPMI das Fake News. 

Ele falou também do suposto  caso da suruba gay envolvendo o deputado Luiz Philippe de Órleans e Bragança, herdeiro da família imperial.


Vídeo de Frota no Twitter

Frota chegou a xingar de " filhos de uma Puta" a família Bolsonaro, atitude essa que causou grande revolta e indignação nós apoiadores do Presidente no Twitter.

Os defensores do Presidente diziam que lhe caberia a perca de mandato por quebra de decoro, mediante os ataques de Frota; Porém, a delimitação legal do conceito de decoro parlamentar é incompleta, gerando dúvidas na sua aplicação.

Se os eleitores tivessem conhecimento dos fatos, talvez não votassem no candidato com tal passado. Com isto, fica a idéia de se votar consciente.