SEGUE BRASIL NEWS: Venezuela

O portal da família brasileira

Curta-nos no Facebook

test
Mostrando postagens com marcador Venezuela. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Venezuela. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Relatório indica que 75 países podem ter distúrbios civis em 2020.

04:27 0
Relatório indica que 75  países podem  ter distúrbios civis em 2020.
A polícia de choque, usando spray de pimenta como guarda-chuva, foi jogada contra eles durante uma manifestação no dia de Ano Novo em Hong Kong, que foi identificada como um ponto de inflamação pelo conflito.

Novo relatório afirma que 47 países ao redor do mundo viram distúrbios civis no ano passado.
Mas esse número pode subir para 75 em 2020, à medida que os pontos de inflamação em todo o mundo aumentam
Hong Kong e Chile consideram os 'locais mais arriscados' do mundo para protestos severos ;Venezuela, Irã e Líbia são considerados em maior risco de distúrbios civis em 2020

Quase um quarto dos países do mundo viu uma onda dramática de distúrbios civis no ano passado, uma tendência que deve continuar até 2020, alertou um novo estudo.
Analistas prevêem que 75 nações assistirão à violência e manifestações este ano, de acordo com o relatório publicado hoje. 
Hong Kong, Chile, Nigéria , Sudão, Haiti e Líbano estavam entre os 47 estados que viram um aumento significativo nos protestos em 2019.
Mas os dados publicados pela empresa de análise socioeconômica e política Verisk Maplecroft , previam que este ano esse número aumentará para 75 países. 
A polícia de choque, usando spray de pimenta como guarda-chuva, foi jogada contra eles durante uma manifestação no dia de Ano Novo em Hong Kong, que foi identificada como um ponto de inflamação pelo conflito.
A polícia de choque, usando spray de pimenta como guarda-chuva, foi jogada contra eles durante uma manifestação no dia de Ano Novo em Hong Kong, que foi identificada como um ponto de inflamação pelo conflito. 
Os iranianos cantam slogans e exibem um cartaz em farsi 'Seu erro não foi intencional, sua mentira foi intencional' durante uma manifestação na Universidade Amir Kabir, em Teerã, sobre o abate de um avião de passageiros ucraniano por forças do governo
Os iranianos cantam slogans e exibem um cartaz em farsi 'Seu erro não foi intencional, sua mentira foi intencional' durante uma manifestação na Universidade Amir Kabir, em Teerã, sobre o abate de um avião de passageiros ucraniano por forças do governo 
Hong Kong e Chile foram considerados os "locais mais arriscados" do mundo em termos de gravidade e frequência de protestos desde o início do ano passado.
O relatório também previu que é improvável que a situação melhore nos dois países nos próximos dois anos.
Um co-autor do relatório identificou os 10 países com maior risco de distúrbios em 2020 como Venezuela, Irã, Líbia, Guiné, Nigéria, Paquistão, Bangladesh, Chile, Palestina e Etiópia. 
Outras áreas agora consideradas focos de protesto civil incluem Nigéria, Líbano e Bolívia. 
Os países classificados como 'risco extremo' incluíram Etiópia, Índia, Paquistão e Zimbábue.
Manifestantes antigovernamentais cobrem o rosto do gás lacrimogêneo disparado pela polícia durante protestos em Beirute na terça-feira contra o aprofundamento da crise financeira
Manifestantes antigovernamentais cobrem o rosto do gás lacrimogêneo disparado pela polícia durante protestos em Beirute na terça-feira contra o aprofundamento da crise financeira
Os distúrbios civis ocorreram em 47 países em todo o mundo no ano passado, com 75 países que devem assistir a protestos este ano.  Quanto maior o círculo (acima), mais severas as manifestações
Os distúrbios civis ocorreram em 47 países em todo o mundo no ano passado, com 75 países que devem assistir a protestos este ano. Quanto maior o círculo (acima), mais severas as manifestações 
Os autores do relatório afirmam que "a raiva reprimida que se transformou em protestos de rua no ano passado pegou a maioria dos governos de surpresa". 
Mesmo que as causas principais dos distúrbios em todo o mundo sejam resolvidas imediatamente, "a maioria das queixas está profundamente enraizada e levaria anos para ser resolvida", afirmou o relatório. 
Desde o lançamento do índice anterior, o Sudão ultrapassou o Iêmen e se tornou o país de maior risco global. 

Fonte: dailymail.co.uk / Traduzido por Segue Brasil News

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Chavistas elegem presidente do Parlamento, em votação sem opositores (Guaidó).

19:23 0
Chavistas elegem presidente do Parlamento, em votação sem opositores (Guaidó).
Líder da oposição da Venezuela, Juan Guaidó, fala a jornalistas do lado de fora do Congresso Nacional Fausto Torrealba/Reuters

Guaidó e outros deputados da oposição foram impedidos de entrar na Assembleia e classificaram a votação como "golpe"

Os deputados chavistas da Assembleia Nacional venezuelana elegeram Luis Parra, ex-integrante do partido Primero Justicia, como presidente da casa em um breve e acalorado debate, no qual estavam somente aliados ao ditador Maduro, já o líder da oposição, Juan Guaidó, não compareceu, pois foi impedido de entrar no Parlamento pela polícia. Deputados oposicionistas também foram retidos.

O congressista mais antigo presente na câmara serviu como presidente temporário da sessão antes da escolha, classificada pela equipe de Guaidó como “golpe”. Os opositores denunciaram que Parra foi eleito sem votos nem quórum.

Os Estados Unidos acusaram o governo de Nicolás Maduro de “ir contra a vontade do povo e das leis”, alguns minutos após o governo anunciar que um deputado aliado assumiu o cargo de novo presidente do Congresso. Guaidó enfrenta pressão de Maduro e acusou o Partido Socialista de oferecer malas de dinheiro a parlamentares para votarem contra ele.

Uma vitória de Guaidó permitiria que a oposição continuasse pressionando Maduro a renunciar e convocar novas eleições democraticamente, já que o ditador se tornou um pária entre as nações do Ocidente por minar a democracia e ser responsável por um catastrófico colapso econômico do país.

Autoridades do governo Chavista estavam tentando impedir que a votação ocorre-se com a presença de opositores, com policiais e militares bloqueando uma avenida que leva ao Parlamento e impedindo a entrada de legisladores de oposição.

“Nem a ditadura ou o aparato repressivo do Estado podem decidir quem entra”, disse Guaidó 
Ao lado de uma barricada da polícia a um quarteirão do Congresso. Ele disse que não entraria no palácio legislativo até que todos possam entrar também.

No começo da tarde, vários congressistas disseram que ainda não haviam conseguido entrar. A televisão estatal mostrou imagens de parlamentares socialistas passando sem problemas pelos cordões de segurança.

Maduro classifica Guaidó como um fantoche dos Estados Unidos e diz que os problemas econômicos do país são decorrência das sanções de Washington, que proíbe que empresas norte-americanas comprem petróleo do país ou façam negócios com o governo.

Porem é de conhecimento de todos que a crise que assola a Venezuela vem bem antes das sanções praticadas pelo Estados Unidos; Fala (narrativa) essa que faz parte simplesmente para justificar sua ideologia e agremiar os menos informados.

Pelo Twitter, Guaidó líder da oposição disse que não há dúvidas que a Venezuela vive em uma ditadura.


 “Hoje, quem ajuda a impedir a instalação legítima do Parlamento venezuelano se torna cúmplice da ditadura e cúmplice daqueles que estão oprimindo o povo da Venezuela. Eles serão expostos a seus parentes, ao país e ao mundo”.

sábado, 14 de dezembro de 2019

CPI que teve depoente assassinado acaba em pizza.

05:36 0
CPI que teve depoente assassinado acaba em pizza.






Gilmar Borges foi morto a pauladas uma semana depois de depor.

A CPI da Funai/Incra, criada para investigar irregularidades no processo de reforma agrária, não foi prorrogada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), apesar de um dos depoentes da comissão ter sido assassinado logo após dar depoimento secreto implicando deputados federais.

Gilmar Borges, 78, disse à CPI que a deputada Érika Kokay (PT-DF) mantinha contato direto com integrantes do MST, responsável por invasões sucessivas em sua fazenda nos últimos anos. De acordo com o depoimento de Gilmar, a deputada foi à fazenda para tentar convencê-lo a doar parte da terra aos ex-funcionários da olaria fechada pelo fazendeiro no fim dos anos 90 e, depois da recusa, passou a ser alvo de invasões dos sem-terra, sempre obtendo a reintegração de posse por meio do Judiciário.
O fazendeiro contou que os líderes da invasão atual, que atendem pelos nomes "Jiló" e Raimundo, se reportavam à deputada e fizeram diversas ameaças, inclusive de morte.
Cerca de uma semana depois do depoimento, Gilmar foi assassinado a pauladas enquanto cuidava dos animais da fazenda. Dois meses depois, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) não têm nenhuma pista do(s) autor(es) e o Rodrigo Maia, responsável por prorrogar os trabalhos da CPI, não o fez, segundo Kokay, por falta de quórum no plenário para referendar a decisão.
A petista disse que não tem qualquer ingerência sobre o MST e vai cobrar da PCDF a agilidade nas investigações sobre o assassinato de Gilmar.