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terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Estados terão mais de 1.400 novos leitos de UTIs

16:04 0
Estados terão mais de 1.400 novos leitos de UTIs

Estados terão mais de 1.400 novos leitos de UTIs

O ministério da Saúde autorizadou o credenciamento de mil e 424 novos leitos de UTIs em todo o Brasil. O investimento liberado é de mais de R$185 milhões.

Segundo o ministério, com as autorizações, todos os pedidos até 2018 pelos estados foram atendidos. Atualmente, o Sistema Único de Saúde conta com 23 mil leitos de UTIs para adultos ou crianças.

A maioria das salas de UTIs credenciadas é no Sudeste, com 300 leitos, seguido pelo Nordeste, com 297 UTIs autorizadas.

Especialista em terapia intensiva, o médico Ivan Batista Coelho, consultor da Abrasco, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva, comenta que esse recurso vai ajudar no custeio de leitos que já foram construídos pelos estados.

O especialista destaca que, apesar dos leitos credenciados, o usuário do SUS ainda tem menos UTIs do que quem tem planos privados. O consultor da Abrasco diz que a desigualdade é maior se compararmos as UTIs presentes nas capitais com as do interior dos estados.

As Unidades de Terapia Intensiva atendem pessoa em estado grave que precisam de monitoramento 24 horas por dia e a diária em custa, em média, R$4 mil.

A criação de novos leitos de UTI deve ser solicitada pelos gestores locais de saúde. E a liberação dos recursos é feita após apresentação de projeto, que é analisado pelo Ministério da Saúde.


Fonte: Radio Nacional / Segue Brasil News
Naração: Lucas Pordeus Leon


sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Projeto que obrigava SUS a garantir sangue e remédio a pacientes é vetado

12:20 0
Projeto que obrigava SUS a garantir sangue e remédio a pacientes é vetado
Foto montagem da internet

O presidente Jair Bolsonaro vetou integralmente um projeto de lei aprovado pelo Congresso que determinava que o SUS fornecesse sangue, hemoderivados e medicamentos para pacientes, diz o Estadão.


“A proposta original do autor do projeto, o ex-governador Marconi Perillo (PSDB-GO), era garantir o tratamento de pacientes portadores de coagulopatias congênitas (hemofilias), mas o texto sofreu alterações durante a tramitação no Senado, e a redação aprovada acabou estendendo a garantia para todos os pacientes do SUS”, segundo o jornal.


Segundo a assessoria de imprensa da Presidência da República, o presidente Bolsonaro decidiu barrar o projeto após analisar manifestações de “ordem técnica e jurídica”. O texto traria alterações em lei que regulamenta a coleta, processamento e distribuição do sangue e derivados.

De acordo com o governo, o projeto criava uma obrigação ao Executivo e gerava despesa obrigatória ao poder público, sem definir uma fonte de custeio específica para arcar com a implantação da medida, nem informar o impacto financeiro dela, o que viola a Constituição.

Segundo o jornal, o veto será publicado na edição do Diário Oficial da União desta sexta-feira, 27. O Congresso ainda pode derrubar a decisão de Bolsonaro.