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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Moro quer a volta de programação infantil na TV aberta.

17:43 0
Moro quer a volta de programação infantil na TV aberta.

Pensando nas crianças, Moro quer a volta de programação infantil na TV aberta.



Os programas infantis, que tiveram seu auge entre as décadas de 80 e 90, entraram em declínio justamente a partir do momento em que leis restringiram a publicidade ao público de tais atrações. 

A justificativa foi a proteção à criança. Defendem que devido a pouca idade este público está vulnerável nas relações de consumo. 


Atualmente, na TV aberta, SBT e TV Cultura são os dois principais canais na veiculação de programação infantil matinal. Na última semana, durante evento em São Paulo, Moro anunciou aos presentes que pretendia flexibilizar as leis e viabilizar o retorno da publicidade voltada a crianças e adolescentes. 

O ministro da Justiça e Segurança Pública (MJSP) Sérgio Moro, afirmou neste domingo, 09, através de suas redes sociais que deseja o retorno dos programas infantis em TV aberta, como acontecia no passado. 

O ministro salientou que atualmente quase não existem mais programas infantis nas TVs abertas, 

"Quando criança, adorava assistir desenhos nos sábados pela manhã. Atualmente, quase não existem mais programas infantis nas TVs abertas, salvo honrosas exceções. Um exemplo de que o excesso de regulação pode inviabilizar a atividade", publicou.

 O ministro deseja avaliar estas leis, pois atualmente crianças assistem na TV aberta programas das grandes emissoras, que muitas vezes fazem até apologias as drogas, em horários em que poderia estar passando desenhos animados.

"A Senacon/MJSP está lançando consulta pública sobre novas regras para publicidade em programas infantis na TV e na internet. Proteger é preciso, mas sem inviabilizar. E as regras têm que ser similares na TV e na internet", acrescentou.

“Proteger é preciso, mas sem inviabilizar. E as regras têm que ser similares na TV e na internet. Participe!”, reiterou Sérgio Moro.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Cresce número de agricultores com acesso ao seguro rural.

18:43 0
Cresce número de agricultores com acesso ao seguro rural.

Segundo o Ministério da Agricultura, R$ 440 milhões foram aplicados em subvenção ao prêmio do seguro rural no ano passado


Dados divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento mostram que houve aumento de 19% na execução do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) no ano passado.

Com o incremento, todo o orçamento do programa – R$ 440 milhões – foi gasto, o que permitiu o aumento do número de produtores com a lavoura segurada e crescimento do total de terra abrangidos pelo programa.

No total, a área segurada somou 6,9 milhões de hectares e 58 mil produtores foram beneficiados – 24% deles pela primeira vez. “A importância segurada total foi de R$ 20 bilhões, o maior valor nominal desde o início do programa em 2005”, informou o Ministério da Agricultura.

O seguro rural garante que os produtores conseguirão passar empréstimos tomados para o plantio e colheita, mesmo que haja revés em caso de quebra por causa de evento climático adverso (seca ou excesso de chuvas, por exemplo), ou de variação de preços.

Em 2019, o grau de cobertura do PSR foi maior na Região Sul, que respondeu por 67,6% dos produtores beneficiados e por 45,4% da área segurada pelo programa. Já em relação ao desempenho das culturas, os destaques foram os acréscimos de contratação de apólices para as lavouras de cana-de-açúcar (288%) e café (88%).

Pedro Loyola, diretor do Departamento de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, diz que,
“A concentração está no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, e as cinco atividades que consomem mais de 90% dos recursos do programa são soja, milho, trigo, maçã e uva. Impulsionar o seguro rural nas regiões Norte e Nordeste é importante para equalizar essa dispersão do risco”, afirma Loyola.

Roberson Pereira / Segue Brasil News

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Produção de petróleo bate recorde e ultrapassa 1 bilhão de barris.

03:21 0
Produção de petróleo bate recorde e ultrapassa 1 bilhão de barris.

Segundo a EBC, a produção total de petróleo no Brasil bateu recorde em 2019 e pela primeira vez ultrapassou a marca de 1 bilhão de barris no ano. A produção exata foi 1,018 bilhão de barris, um aumento de 7,78% em relação ao volume produzido em 2018, quando foram produzidos 944,117 milhões de barris. 
No mês de dezembro de 2019 a produção de petróleo foi 3,106 milhões de barris por dia (MMbbl/d), superando em 0,52% o recorde registrado no mês anterior e em 15,44% a produção de dezembro de 2018.
 A produção do pré-sal em 2019 foi 633,980 milhões de barris de petróleo e 25,906 bilhões de metros cúbicos de gás natural, o que corresponde a acréscimos de, respectivamente, 21,56% e 23,27% em relação à produção de 2018, quando foram produzidos 521,543 milhões de barris de petróleo e 21,016 bilhões de metros cúbicos de gás natural.
Em dezembro, a produção do pré-sal correspondeu a 66,82% da produção nacional, totalizando 2,655 milhões de barris de óleo equivalente por dia (MMboe/d), sendo 2,118 MMbbl/d de petróleo e 85,4 MMm3/d de gás natural. 
Em relação ao mês anterior, a produção total aumentou 2,58% e 40,62% em relação a dezembro de 2018. O campo de Lula, na Bacia de Santos, foi novamente o maior produtor de petróleo e gás natural, registrando 1,074 MMbbl/d de petróleo e 45 MMm3/d de gás natural.

Gás natural

A produção total de gás natural em 2019 foi de 44,724 bilhões de metros cúbicos, um aumento de 9,46% em relação aos 40,857 bilhões de metros cúbicos registrados em 2018.
A produção de gás natural em dezembro também superou o recorde do mês anterior, registrando um aumento de 0,87% e alcançando a média 137,8 milhões de metros cúbicos por dia (MMm3/d). Em relação a dezembro de 2018 a variação foi 21,19%.
Por Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil  Rio de Janei
Edição: Fábio Massalli

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

A camaradagem das CPI's

21:30 0
A camaradagem das CPI's

CPI's viraram sinônimo de pizza e afagos politicos.

Além das CPIs efetivamente instaladas, no ano de 2019 foi marcado também por uma que não aconteceu, apesar de três coletas de assinaturas suficientes para a sua criação. A CPI dos Tribunais Superiores, iniciativa do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), não chegou a sair do papel, mas gerou debates no Senado durante vários meses.

A CPI foi concebida logo no início do ano. A ideia de Alessandro era investigar a atuação de ministros dos tribunais superiores, com atenção especial em fatos como o uso abusivo de ferramentas processuais, como pedidos de vista e liminares, para retardar ou inviabilizar decisões; a atuação em casos nos quais deveria haver impedimento; o excesso de votos contraditórios para casos idênticos; e a participação em atividades econômicas incompatíveis com a Lei Orgânica da Magistratura.

A primeira tentativa de criar a CPI, em fevereiro, esbarrou na retirada da assinatura de apoio do senador Eduardo Gomes (MDB-TO), no dia seguinte à entrega do requerimento. Isso deixou o pedido com apenas 26 assinaturas, uma a menos do que mínimo necessário.

Em março, Alessandro Vieira voltou a coletar apoios e conseguiu 29 nomes. O documento se manteve e foi objeto de um debate em Plenário no qual o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, avaliou que a CPI não seria oportuna.
"Estamos vivendo um momento delicado da história nacional. As instituições precisam estar fortalecidas, e a independência e harmonia [entre os Poderes] têm que prevalecer.",defendeu Davi.

Alessandro rebateu dizendo que as CPIs são instrumentos legítimos para cumprir a tarefa de fiscalização que o Congresso tem. Ele destacou que o cumprimento do quórum de assinaturas é suficiente para garantir a criação de uma.
"A instalação [da CPI] se impõe. Se você tem o número [de assinaturas] e o fato, ela não depende do juízo de valor do presidente. Basta que se configurem os requisitos. Nós temos certeza que fizemos isso."

O pedido da CPI acabou arquivado por Davi na semana seguinte, com o argumento de que algumas das condutas de magistrados apontadas pelo requerimento seriam decisões próprias da atividade do Judiciário, que não poderiam sofrer interferência do Legislativo. Por causa disso, a CPI poderia ser alvo de contestações judiciais. A decisão foi embasada em pareceres emitidos pela Consultoria Legislativa e pela Advocacia do Senado.

Na ocasião, Davi recorreu da própria decisão ao Plenário do Senado, que pode decidir derrubá-la e instalar a CPI. No entanto, não há prazo para que essa deliberação aconteça, e ela continua pendente.

Alessandro Vieira empreendeu uma terceira tentativa em agosto e chegou a recolher as 27 assinaturas necessárias, mas não protocolou um requerimento naquele momento. Ele já antecipou que fará novo pedido no início do próximo ano.

Apesar do insucesso em instalar a CPI em 2019, o senador considera que o esforço serviu para demonstrar que há interesse dos senadores e apoio da sociedade. Segundo ele, a única coisa que impediu o avanço da pauta foram “artimanhas regimentais” e pressões externas, tanto do Judiciário quando do Executivo.
"Quando começamos essa caminhada, todos imaginavam que era absolutamente impossível construir o cenário político em que se possa finalmente investigar a cúpula do Judiciário. Nesse sentido, fomos bem-sucedidos."

Alguns dos fatos elencados pelo senador como motivadores de uma comissão de inquérito foram abordados pelo Senado ao longo do ano. Limitações aos pedidos de vista, à morosidade de processos e à atuação considerada abusiva dos juízes estão no texto do projeto conhecido como Dez Medidas Contra a Corrupção (PLC 27/2017), aprovado no final de junho. O projeto ainda espera nova análise da Câmara para ser sancionado.

Opinião
A camaradagem dentre a grande maioria dos senadores e deputados é evidente e estarrecedor, o quão estão preocupados com a sociedade brasileira, a prova maior é a famigerada CPMI das Fakes News que irá se prolongar durante o ano de 2020.

CPMI (Fake News) de opositores, que visa somente tumultuar o governo do Presidente Bolsonaro; levando o povo ao esquecimento de pontos mais importantes no caso A CPI dos Tribunais Superiores.


Fonte: Agência Senado / Segue Brasil News

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Estados terão mais de 1.400 novos leitos de UTIs

16:04 0
Estados terão mais de 1.400 novos leitos de UTIs

Estados terão mais de 1.400 novos leitos de UTIs

O ministério da Saúde autorizadou o credenciamento de mil e 424 novos leitos de UTIs em todo o Brasil. O investimento liberado é de mais de R$185 milhões.

Segundo o ministério, com as autorizações, todos os pedidos até 2018 pelos estados foram atendidos. Atualmente, o Sistema Único de Saúde conta com 23 mil leitos de UTIs para adultos ou crianças.

A maioria das salas de UTIs credenciadas é no Sudeste, com 300 leitos, seguido pelo Nordeste, com 297 UTIs autorizadas.

Especialista em terapia intensiva, o médico Ivan Batista Coelho, consultor da Abrasco, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva, comenta que esse recurso vai ajudar no custeio de leitos que já foram construídos pelos estados.

O especialista destaca que, apesar dos leitos credenciados, o usuário do SUS ainda tem menos UTIs do que quem tem planos privados. O consultor da Abrasco diz que a desigualdade é maior se compararmos as UTIs presentes nas capitais com as do interior dos estados.

As Unidades de Terapia Intensiva atendem pessoa em estado grave que precisam de monitoramento 24 horas por dia e a diária em custa, em média, R$4 mil.

A criação de novos leitos de UTI deve ser solicitada pelos gestores locais de saúde. E a liberação dos recursos é feita após apresentação de projeto, que é analisado pelo Ministério da Saúde.


Fonte: Radio Nacional / Segue Brasil News
Naração: Lucas Pordeus Leon


PIS/Pasep aumenta em 2020 e quem sacar agora recebe mais dinheiro.

13:00 0
PIS/Pasep aumenta em 2020 e quem sacar agora recebe mais dinheiro.

PIS/Pasep aumenta em 2020 e quem sacar agora recebe mais dinheiro; Confira tabela de valores!

Benefício é reajustado de acordo com salário mínimo e aumento varia de R$ 3 a R$ 41. Confira as regras para receber PIS/Pasep e quanto você tem direito.


Quem não sacou o abono salarial PIS/Pasep em 2019 recebeu uma vantagem em 2020. Isso porque o benefício é calculado com base no salário vigente do ano, e como o valor do salário mínimo subiu, o do abono acompanhou o aumento.

Dessa forma, o abono salarial que tinha valor mínimo de R$ 84 para quem trabalhou até 30 dias no ano-base de 2018, subiu para R$ 87. Já o valor máximo de R$ 998, destinado para quem trabalhou por 12 meses subiu para R$ 1.039.

Sendo assim, os trabalhadores que ainda não sacaram o abono no ano passado devem receber mais este ano mesmo tendo 2018 como ano-base. A diferença como mostrado acima varia de R$ 3 a R$ 41.

A má notícia é que quem já sacou o PIS/Pasep em 2019 não tem direito de receber complemento, pois recebeu o benefício conforme o piso salarial vigente no ano, que foi de R$ 998.

Veja tabela com reajuste do PIS/Pasep em 2020

Proporção de meses trabalhadosValor do abono PIS/Pasep de acordo com reajuste em 2020
          1  R$ 87,00
          2 R$ 174,00
          3R$ 260,00
          4R$ 347,00
          5R$ 443,00
          6R$ 520,00
          7R$ 606,00
          8R$ 693,00
          9R$ 780,00
        10R$ 866,00
        11R$ 953,00
        12R$ 1.039,00

Veja as datas para realizar o saque do abono para PIS:


Vale destacar que o tempo mínimo para para saque do PIS/Pasep é de 30 dias como na tabela, mas se o trabalhador exerceu função remunerada com carteira assinada durante 15 dias ou superior a isso, também tem direito de receber o valor integral de R$ 87.
Regras para receber o abono salarial PIS/Pasep?

Para ter direito ao abono salarial PIS/Pasep é necessário se enquadrar nas seguintes exigências:
Ter exercido profissão com carteira assinada por pelo menos 30 dias (ou 15 como já mencionado) em 2018;
Ter ganho dois salários mínimos, em média, por mês;
Deve ainda estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos;
Também é preciso que a empresa tenha informado os dados corretamente no sistema RAIS do governo.

Petrobras vai demitir 396 funcionários no Paraná.

11:15 0
Petrobras vai demitir 396 funcionários no Paraná.

Petrobras vai demitir 396 funcionários no Paraná A Petrobras confirmou o fechamento da Araucária Nitrogenados (Ansa), fábrica de compostos para fertilizantes, localizada na Região Metropolitana de Curitiba.

A Petrobras aprovou a hibernação da fábrica de fertilizantes de sua subsidiária Araucária Nitrogenados (ANSA), no Paraná, o que segundo a companhia resultará na demissão de 396 empregados da unidade. A decisão vem após o encerramento das tentativas de venda do ativo, disse a estatal em comunicado nesta terça-feira.

 "A ANSA vem apresentando recorrentes prejuízos desde que foi adquirida em 2013”, acrescentou. 

A unidade gerou perdas de quase R$ 250 milhões entre janeiro e setembro de 2019, enquanto previsões para 2020 indicavam que o resultado negativo poderia superar R$ 400 milhões. Ainda conforme a empresa, no contexto atual de mercado, a matéria-prima utilizada na fábrica (resíduo asfáltico) está mais cara do que seus produtos finais (amônia e ureia) e as projeções para o negócio continuam negativas. A Ansa é a única fábrica de fertilizantes do país que opera com esse tipo de matéria-prima.

A estatal destacou que a hibernação segue na esteira da estratégia de sair do segmento de fertilizantes e focar em ativos que gerem maior retorno financeiro. 

“Foram empenhados todos os esforços para a venda da empresa, cujo processo de desinvestimento iniciou-se há mais de dois anos. As negociações avançaram com a companhia russa Acron Group mas, conforme comunicado ao mercado em 26 de novembro, não houve efetivação da venda”, aponta a Petrobras. 

Funcionários A empresa apontou que desligará os 396 empregados da fábrica. Eles receberão, além das verbas de rescisórias, um pacote adicional entre R$ 50 mil e R$ 200 mil, proporcional à remuneração e ao tempo trabalhado, além de outros benefícios. A Petrobras diz que a Ansa se reuniu na manhã desta terçafeira com o sindicato para tratar desse tema. 

A estatal informou ainda que a Ansa está em fase final de negociação de convênio para oferecer programas de capacitação e requalificação profissional para as comunidades que ficam no entorno da fábrica, no município de Araucária. 

“Serão oferecidas 1000 vagas para moradores destas comunidades”, apontou.

R7 / Segue Brasil News

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Projeto quer extinguir gastos desnecessários, adequar os salários dos parlamentares, só depende de seu voto.

23:37 0
Projeto quer extinguir gastos desnecessários, adequar os salários dos parlamentares, só depende de seu voto.


A IDEIA LEGISLATIVA COMO FERRAMENTA DE PARTICIPAÇÃO POLÍTICA.

A cada quatro anos, os brasileiros escolhem seus representantes para a condução do processo legislativo, isto é, a criação e alteração de leis que regem a nossa vida em sociedade. Mas engana-se quem pensa que o sistema representativo anula a nossa responsabilidade de participar ativamente da elaboração das leis.

Um dos caminhos para a nossa atuação são as Leis de Iniciativa Popular, como a Ficha Limpa. Além disso, existe uma ferramenta pela qual o cidadão pode inserir suas propostas: as Ideias Legislativas.

Basicamente, as Casas do Legislativo disponibilizam espaços para que o cidadão possa sugerir propostas de lei que, se apoiadas, podem chegar ao Plenário. Cada Casa Legislativa tem as suas regras de como essas sugestões podem ser feitas. Por isso, vamos analisá-las caso a caso, começando pelo Senado Federal.


Uma dessas proposta esta em votação popular no site oficial do Senado oficial, esperando que você faça sua parte.

A proposta de Nando Costa (PA),vencerá agora no dia 14/01, ainda depende de muitos votos, o texto diz o seguinte:

Reduzir salário e retirar benefícios dos parlamentares do legislativo e executivo.
Redução dos salários e extinção de benefícios de parlamentares, trará uma economia aos cofres públicos na casa de bilhões de reais em poucos anos fazendo com que a economia do país seja alavancada de forma extraordinária. O gasto exercido por esses, trás rombos nas contas públicas e nenhum retorno.

Mais detalhes

O objetivo é, extinguir gastos desnecessários, adequar os salários dos parlamentares com a real condição da economia do país, provocar uma consciência quanto a aplicação das verbas públicas em áreas que estimam atenção na sociedade. A população que vive com um salário mínimo se encontra numa situação de penúria diante de uma economia fragmentada, por isso, não há sentido para tanto gastos abusivos

Para votar basta se cadastrar com conta do Facebook no site eCidadania e deixe seu voto. E não se esqueça de compartilhar.

 Acesse: https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=127595
Data limite para receber 20.000 apoios
14/01/2020
Ideia proposta por
NANDO COSTA - PA

Governo corta 1,3 milhão de beneficiários do Programa Bolsa Família irregulares.

21:04 0
Governo corta 1,3 milhão de beneficiários do Programa Bolsa Família irregulares.

Governo corta 1,3 milhão de beneficiários do Programa Bolsa Família irregulares.

Segundo o portal EBC, até novembro do ano passado, o governo federal retirou 1,3 milhão de beneficiários do programa Bolsa Família devido a irregularidades no cadastro. De acordo com Ministério da Cidadania, o cancelamento de benefícios gerou economia de R$ 1,3 bilhão para os cofres públicos.

Segundo o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, o governo está com estudos adiantados para reformular o programa. No entanto, ainda não há prazo para que a reformulação seja lançada, afirma EBC

O porta-voz ainda confirmou à Agência Brasil que a mudança de nome do Bolsa Família está sendo analisada. "É uma das propostas, mas ainda não está fechada. Tudo indica [que sim]".
Transferência de renda, diz EBC

Criado em 2003, o Bolsa Família é um programa de transferência de renda do governo federal que tem o objetivo de combater a extrema pobreza no país. Em 2020, o Orçamento da União prevê que R$ 29,5 bilhões sejam pagos em benefícios do programa.

O público-alvo do programa é formado, prioritariamente, por famílias que vivem em situação de extrema pobreza, com renda per capita de até R$ 89 mensais, e de pobreza, com renda entre R$ 89,01 e R$ 178 mensais por membro. O benefício médio pago a cada família é de R$ 189,21.

Para receber o benefício, é necessário que haja na família crianças ou adolescentes com idade até 17 anos. Para garantir o acesso ao benefício, as famílias devem seguir as condicionantes impostas pelo governo, como matrícula na escola e levar as crianças até 7 anos para serem vacinadas conforme o calendário de vacinação do Ministério da Saúde, afirma EBC

Fonte: EBC, Agência Brasil
Edição: Nádia Franco
Redação: Segue Brasil News

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Preço da carne cai para o consumidor, diz Ministério da Agricultura.

12:02 0
Preço da carne cai para o consumidor, diz Ministério da Agricultura.

Preço da carne cai para o consumidor, diz Ministério da Agricultura, no entanto, valor não deve voltar ao patamar do início de 2019; entenda

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está divulgando que a cotação da arroba (15 quilos) do boi gordo diminuiu de valor no final de dezembro, queda média de 15%. Conforme levantamento periódico do Mapa, a arroba do boi gordo estava cotada a R$ 180 no último dia 30. No início do mês passado, chegou a R$ 216.

Conforme o ministério, o preço da carne vai reduzir para o consumidor final. O cenário “indica uma acomodação dos preços no atacado, com reflexos positivos a curto prazo no varejo”, descreve nota que acrescenta que a alcatra teve “4,5% de queda no preço nos últimos sete dias.”

Segundo projeções do Mapa, a arroba vai ficar entre R$ 180 e R$ 200 nos próximos meses, dependendo da praça. A queda do valor interrompe a alta de 28,5% que salgou o preço da carne nos últimos seis meses. A perspectiva, porém, é de que o preço do alimento não volte ao patamar inferior. 
“Estamos fazendo a leitura de que isso veio para ficar, um outro patamar do preço da carne”, diz Sílvio Farnese,
 Diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Mapa, Sílvio Farnese.
“Eu tenho certeza que o preço não volta ao que era”,
 diz Alisson em entrevista ao canal Agência Brasil, Alisson Wallace Araújo, dono de dois açougues e uma distribuidora de carne em Brasília. Segundo ele, no Distrito Federal, o quilo do quarto traseiro do boi estava custando para açougues e distribuidoras de carne R$ 13,50 há seis meses. Chegou a R$ 18,90 em novembro, e hoje está em R$ 17,70.
Estabilização dos preços

Há mais de uma razão para a provável estabilização dos preços em valores mais altos do que há um ano. O mercado internacional tende a comprar mais carne brasileira, os produtores estão tendo mais gastos ao adquirir bezerros e a eventual recuperação econômica favorece o consumo de carne no Brasil.

No último ano, beneficiado pela perda de rebanhos na China e pela alta do dólar, o Brasil ganhou mercado e vários frigoríficos foram habilitados para vender mais carne no exterior. Só em novembro, mais cinco frigoríficos foram autorizados pelos chineses a exportar carne. Em outros países também houve avanços. Mais oito frigoríficos foram aceitos pela Arábia Saudita no mesmo mês.

A carne brasileira é competitiva no mercado internacional porque é mais barata que a carne de outros países produtores, como a Austrália e os Estados Unidos, cujo o gasto de criação dos bois é mais oneroso por causa do regime de confinamento e alimentação. O gado brasileiro é criado solto em pasto.

O Brasil produz cerca de 9 milhões de toneladas de carne por ano, 70% é consumida internamente. Mas a venda para o exterior é atrativa para os produtores e pressiona valores. “A abertura de um mercado que comece a receber um produto brasileiro ajuda o criador na formação de preço”, descreve Farnese.

A alta recente dos preços do boi está viabilizando a renovação do gado quando o preço dos bezerros está valorizado. A compra dos bezerros é necessária para repor o gado abatido nos últimos anos, inclusive de vacas novilhas.

Além disso, em época de chuva, com pasto mais volumoso, os pecuaristas vendem menos bois e mantém os animais em engorda, o que também repercute na oferta e no preço do alimento. “Os criadores não se dispõem a vender porque têm alimento barato para o gado”, assinala o diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Mapa, Sílvio Farnese.

O comerciante Alisson Wallace Araújo acredita que com a recuperação da economia e diminuição do desemprego, haverá mais demanda por carne ao longo do ano. “É uma crescente”, diz Araújo. Ele, no entanto, não acredita em alta nos próximos meses. Em sua opinião, o consumo de carne diminui em janeiro por causa das férias e gastos sazonais das famílias (como impostos e material escolar) e depois do carnaval por causa da quaresma (período em que os católicos diminuem o consumo de carne).

Fonte: EBC Agência Brasil